Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Qui Set 27, 2012 6:59 am

A Paz de DEUS seja sempre em nossos corações e de nossas famílias.

Estou percebendo duas coisas: a primeira é geral no Forum, e é que muitos foristas deixaram de participar dos assuntos.
Eles fazem falta, porque quanto mais opiniões, mais eu aprendo.

A segunda, é que o assunto inicial "Sobre o cigarro ... no aspecto espiritual" se desviou para "Outros costumes (vestimentas)".
Para mim pelo menos, esse desvio foi muito bom, já que o assunto "vestimentas" é muito importante (nele somos diferentes das outras Igrejas), e eu aprendi demais. E estou aprendendo ainda.

Irmão Esteves escreveu:Antigamente a mulher ficava a maior parte do tempo em casa. Hoje trabalha, estuda, pega condução e etc.
Eu nunca tinha pensado nisso, assim de modo tão claro.
Essa parte me ajudou muito nas minhas análises sobre o assunto.
Bacana!

Irmão Esteves escreveu:Creio eu irmão que não é pecado ouvir música do mundo, com exceção é claro das músicas com conteúdo libidinoso ou que incitem as pessoas a violência e/ou prostituição. Mas isso vai da consciência de cada um. Como exemplo, eu posso citar que gosto muito de ouvir músicas do Johnny Rivers e não vejo mal algum nisso.
Concordo com você. Não é pecado mesmo não, ainda mais do jeito que você colocou as exceções aí em cima.
Eu não tenho o costume de ouvir essas músicas, mas é porque não gosto. E também porque não tenho tempo.
Não gosto das músicas modernas, que não têm letra ... ou melhor, são letras forçadas.
As músicas de antigamente faziam sentido; nas de hoje o importante é rimar (não importa quão idiotas são as letras, criadas apenas para rimar).
Se ainda se tocassem as músicas antigas, eu as ouviria com prazer (mas sem pegar o costume, por falta de tempo).
Um tipo de música que não ouço são as tais músicas gospel, e tenho minhas razões. Mas isso é outro assunto.
Penso até em criar um tópico a respeito, mas parece que já existe esse tópico (não sei procurar).

Se algum dia eu for (ou fosse) à casa de um Irmão e ele estivesse ouvindo músicas do mundo, isso não me afetaria nem um pouco. Nenhum julgamento contra o Irmão se formaria em minha mente.
Meu DEUS! Vamos deixar a vida dos outros.
Afinal, se fosse errado, eu só me lembraria dos meus erros. Só pensaria: "Se esse Irmão for a minha casa, ele também não verá coisas erradas, ou que ele pense serem erradas?"

Pode ser que aquele Irmão que naquele momento estivesse ouvindo música do mundo daqui a pouco estivesse se aprontando para ir trabalhar na Obra de DEUS (construções, visitas a enfermos, pregação do Evangelho) enquanto eu, o santinho que não ouve músicas do mundo estivesse o tempo todo vendo TV, ou dormindo, ou na maior preguiça dentro de casa.
Por isso, tenho por princípio profundamente enraizado dentro de mim, para mim mesmo: Pára de ficar olhando pra vida dos outros, procurando motivos para me sentir melhor que eles."

Irmão Sergio escreveu:Mas também, não é porque as coisas são difíceis que teremos razão para desistir.
Pelo contrário, temos de nos empenhar em lutar e vencer.
É isso aí.
E vale em todos os sentidos.
Em relação às vestimentas (por exemplo) também: se algum Irmão não concorda com o ensinamento sobre as vestes, nem por isso ele deve desistir, mudar para outra Igreja.
Os Servos de DEUS do Ministério são guiados por DEUS e mais dia menos dia os ensinamentos serão modificados de acordo com as necessidades (necessidades, e não vaidades!).

Ah! Por falar nisso, no culto de sábado passado, o Irmão que atendeu disse, em ensinamento, antes da pregação da Palavra, mais ou menos assim: "As Irmãs procurem vir à igreja de saia, ... com saias condizentes com servas de DEUS, saias não justas, não apertadas demais, não curtas ... "

(Essa edição foi feita após conversar com minha esposa, que também estava no culto (óbvio) e me lembrou melhor como foram as palavras do Servo de DEUS, mais exatamente.)

Pode ser que eu esteja enxergando demais, mas tenho a impressão de uma pequena mudança.


DEUS nos abençoe.
Luiz Flavio.


Última edição por Luiz Flavio N. Facci em Sex Set 28, 2012 6:38 am, editado 1 vez(es)

Luiz Flavio N. Facci

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Esteves em Qui Set 27, 2012 7:58 am

Irmão Sérgio,

Tenho bastante respeito pelo irmão, e espero que o irmão não fique chateado com esse debate, mas creio que o irmão também não me entendeu bem, não por sua culpa, pois entendo que tenho dificuldade de explicar as coisas.

Pois bem, essas denominações citadas pelo irmão que estão proliferando, são as neopentecostais com sua teologia da prosperidade (muitas delas com no máximo uma década de existência, incluindo aquela do trízimo). Como o número de evangélicos nos ultimos 10 anos cresceu cerca de 7%, seria injusto dizer que no Rio de Janeiro (quinto estado com maior número de evangelicos no Brasil) o alto índice de evangelicos é relacionado com o tal movimento da prosperidade.

Afirmo que sou totalmente contra a tal teologia da properidade, pois ela aflora o desejo das pessoas de só querer servir a Deus a troco de bençãos. E afirmo que isso faz parte do ser humano, não importa a denominação. Na CCB, se o ministério der "moleza" vai ficar igual. Como falei, pelo menos aqui em São Paulo, os cultos com pregadores famosos (com agenda lotada) com pregações repletas de profecias e bençãos estão sempre cheios (uns irmãos chamam até de "romaria"). Ponto para o nosso ministério que ainda não deixou a coisa descambar de vez.

Também falar que o fato da CCB no Rio não pregar bençãos é o motivo de não chamar atenção das pessoas abastadas, creio ser outro erro. Se o irmão verificar nos dados do Censo, verá que os membros dessas denominações da teologia da prosperidade são em sua maioria pessoas pobres e com pouca instrução. Aliás, esse é o mote mais usado pelos críticos dessas denominações, porque se suas pregações são verdadeiras, os seus membros deveriam ser abastados. Dificilmente uma pessoa abastada cai nessa história do trízimo.

E me perdoe irmão, mas o discurso do irmão sobre a CCB do Rio me parece muito "bairrista" (por favor não fique chateado comigo). Está difícil servir a Deus em qualquer lugar. Tenho dificuldade em acreditar que é mais difícil servir a Deus no Rio do que aqui em São Paulo. As tentações estão em todos os lugares (independente ter praia, carnaval ou não). Vejo como exemplo as universidades. Graças a Deus a mocidade começou a ter mais acesso ao ensino superior, porém percebo um alto índice de irmãos e irmãs que se "perdem" no ambiente da faculdade (parando de congregar, adquirindo costumes mundanos prejudiciais, traindo namorado(a) e esposo(a)).
As redes sociais e programas de mensagem instantânea então, tem causado um estrago enorme no meio da irmandade. E de arrepiar o cabelo as coisas que ouvimos que muitos da irmandade aprontam na rede mundial de computadores (teve até gente do ministério que perdeu o cargo por problemas desse tipo).
Antigamente, mesmo se quisessemos pecar, em algumas circunstâncias, era impossível. Hoje, com a libertinagem da sociedade, redes sociais, faculdade, moteis em cada esquina, costume de ficar entre a mocidade (é raro encontrar moços e moças que não ficam).

Aqui em São Paulo, o neopentecostalismo está fortíssimo, talvez mais até que o Rio de Janeiro. O Rio é berço de uma das primeiras neopentecostais, porém São Paulo é o berço de outras que estão superando a do Rio em número de fiéis.

Então, baseado no que sei de São Paulo, poderia dizer que é mais difícil servir a Deus aqui e que estamos mais sujeitos a tentações. Porém não tenho profundo conhecimento de todas as localidades para falar.

Disse ao irmão que no Rio a CCB tem um número de membros muito pequeno comparado com SP, e o irmão justificou que é devido a dificuldade de servir a Deus por aí. Indiretamente está dizendo que aqui em SP é mais fácil, pois temos um número de membros muito maior. E não vale dizer que é porque a população é maior, pois me refiro ao percentual de membros da CCB em relação à população da cidade/estado.

Não está nada fácil servir a Deus por aqui.

E outra, novamente reforço a idéia que não é por uma denominação ter costumes diferentes da minha, que significa que ela é mundana. O irmão não disse isso, porém para outras pessoas que leram o comentário, pode ter deixado essa impressão. É possível se vestir com decência, mesmo usando maquiagem, adornos, é possível ouvir música secular sem desagradar a Deus. Enfim, é possível ser moderno sem ser mundano.

E com relação ao mercado gospel, em muitos aspectos pode ser um atraso ao evangelho, porém em outros aspectos é necessário e existe até na CCB. Veja nosso exemplo, temos o costume de uso de saias por parte das irmãs e ternos por parte dos irmãos. Então temos um mercado consumidor desses produtos com uma demanda alta, o que faz com que irmãs criem até grifes de roupas evangélicas que ficaram famosas até em outras denominações. Irmãos e irmãs abrem lojas de ternos e roupas evangélicas (algumas de frente para igreja) para atender essa demanda. Temos muitos irmãos e irmãs da CCB que ficaram milionários devido a alta demanda de consumo da CCB por produtos que atendam os nossos costumes. Isso sem falar na demanda por instrumentos musicais (que influencia até o maior fabricante de instrumentos musicais do Brasil). Vale ressaltar também de irmãos que através da comunidade evangélica em que vivemos, propagam o marketing multinível (faturando alto). Só quis deixar isso claro.

Cito um exemplo de outra denominação. Devido a baixa qualidade da programação da televisão brasileira, que pode influenciar negativamente um lar cristão, essa denominação criou uma TV de assinatura (por satélite) com conteúdo controlado (sem novelas, pornografia e etc). Se algum dos canais dessa TV sair da linha, o usuário pode avisar a central que vai investigar e em alguns casos até tirar o canal da grade de programação. É uma segurança a mais para os pais que às vezes não tem tempo de vigiar o filho (algo comum hoje em dia, pois pai e mãe precisam trabalhar e estudar). Com certeza o criador dessa televisão está tendo lucro muito alto. Porém o que há de errado nisso? Esse tipo de produto não é útil?

Devemos tomar cuidado para não generalizar o mercado gospel, como um bando de mercenários. Sei que o irmão não quis dizer isso, porém só estou complementando minha opinião sobre o mercado gospel (que pode ser útil, e existe na própria CCB).

Esteves

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Esteves em Qui Set 27, 2012 8:14 am

Irmãos!

Peço perdão por ter desviado tanto o assunto do tópico. O problema é que durante o debate, vários outros assuntos chegam a tona, e se tivermos que abrir um tópico para cada um ficaria impraticável.

Deus abençoe

Esteves

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Sergio Teixeira em Qui Set 27, 2012 1:34 pm

Irmão Esteves:
Não tem a menor importância o fato de termos opiniões diferentes, pois em tudo vamos procurando nos entender, para a glória do Deus-Pai.
Realmente posso soar um tanto bairrista, pois afinal moro no Rio de Janeiro.
Mas saiba que não me convém puxar brasa para a nossa sardinha, pois a obra no Brasil é como um todo, e pertence unicamente a Deus, sendo nós apenas partícipes.
Conheço outras partes do Brasil e dá para fazer comparações com base naquilo que conheço até agora.

Quando eu me referi ao fenômeno de no dias da doutrinação as igrejas estarem vazias, eu estava me referindo a praticamente todas as demais igrejas, e nem tanto à Congregação, porque aqui no Rio nunca se sabe qual será a natureza da pregação em um determinado dia, em um determinado local.
Apesar disso, existe por aqui o "39 do Porrete" (por exemplo) que é uma congregação que tem caracteristicas muito próprias e que quando o chicote tem de vir, realmente vem "com toda a franqueza" mesmo...
Mas não chega a ser uma característica ter ali somente "palavra de chicote". Vem ali tudo o que o Espírito Santo assim o indicar.

Em minhas citações anteriores, dou bastante ênfase não somente às igrejas classificadas como "neopentecostais", mas a todas aquelas que, mesmo sendo tradicionais procuram imitar o aspecto mundano, que é o pior que uma igreja neopentecostal pode vir eventualmente a oferecer.
Portanto, não é o fato de ser neopentecostal que desmerece uma igreja, mas como ela se comporta com relação às permissividades do "mundão velho"...
Particularmente gosto muito da pregação do Romildo, cheia de virtude e doutrina, mas estranho bastante quando a igreja que ele dirige age de forma totalmente contrária ao seu discurso, vendendo óleos e outros "objetos santificados" e dando tremenda ênfase ao dinheiro.

Então eu critico não critico "igreja gospel", mas a crescente "gospelização" de toda e qualquer igreja e, se necessário, criticarei até mesmo a Congregação, caso ela também embarque em tal erro.
O mercado gospel não é de tanto ruim irmão. Eu conheço muitos irmãos e irmãs da CCB que sustentam suas famílias comercializando produtos no meio da irmandade. Irmãos e irmãs vendendo roupas evangélicas, vendendo instrumentos, vendendo CD's com hinos e pregações. Isso sem falar no marketing multinível. O que há de mal nisso?
Prezado irmão: Peço-lhe para ler Mateus 21:12-17 (ou ainda Marcos 11:15-18 ou Lucas 19:45-48) e refletir sobre o porquê de ter o Senhor Jesus feito um azorrague para com ele espancar os vendedores e os cambistas que praticavam seu comércio nos arredores do templo.
Se formos ver, tudo que eles estavam fazendo poderia muito bem ser relevado ou justificado:
As pessoas que vinham de fora, e precisavam ofertar cordeiros, rolinhas ou pombinhas, tudo segundo a lei mosaica, encontravam ali mesmo onde adquirí-las,e portanto não precisavam dispender maiores esforços para tal.
Da mesma forma, judeus que vinham de nações estrangeiras, com dinheiros próprios de suas localidades, ali encontravam quem fizesse a necessária troca para a moeda local.
"Tudo certo", portanto.
Porém o Senhor Jesus viu nisso algum erro, digno de ser combatido de forma tão violenta como o foi.
Tenho certeza de que, ao ler melhor o texto bíblico, sua pergunta "o que há de mal nisso?" já estará respondida.
Contudo, não será por isso que eu condenarei os irmãos que fazem comércio dessa forma, nem deixarei de saudá-los.
De qualquer forma, é preferível alguém agradecer a Deus por ter conseguido essa forma de ganho, que agradecer "a outrem" pela mesma coisa.
"Estar certo" ou "estar errado" depende de como o Espírito Santo fala conosco - individualmente - a respeito de nosso posicionamento. No caso, o impasse está em "vender" ou "não vender" nas dependências da Congregação.
O Ministério nos indica não vender.
Se é doutrina, mandamento, ordenança, sugestão, lembrete, não sei.
Mas todos nós sabemos disso.
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EDIÇÃO RETIFICADORA

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Sex Set 28, 2012 6:44 am

A Paz de DEUS seja conosco.

Editei o meu post do dia 27 (ontem) às 7:59 horas, conforme abaixo:

Luiz Flavio escreveu:Ah! Por falar nisso, no culto de sábado passado, o Irmão que atendeu disse, em ensinamento, antes da pregação da Palavra, mais ou menos assim: "As Irmãs procurem vir à igreja de saia, ... com saias condizentes com servas de DEUS, saias não justas, não apertadas demais, não curtas ... "

(Essa edição foi feita após conversar com minha esposa, que também estava no culto (óbvio) e me lembrou melhor como foram as palavras do Servo de DEUS, mais exatamente.)

DEUS nos abençoe.
Luiz Flavio.

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OPINIÕES DO LUIZ FLAVIO

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Sex Set 28, 2012 8:05 am

A Paz de DEUS esteja sempre em nossos corações.

Não conheço nenhuma (nem uma!) dessas empresas neopentecostais que não estejam, elas ou seus donos, enrolados na justiça, por motivos graves.

DEUS tem guiado seus Servos na pregação da Palavra: doutrina ... doutrina; consolo ... consolo; repreensão ... repreensão; promessa ... promessa.
E cada um pegue a sua parte, sabendo que não podemos julgar a Palavra, que é um mistério de DEUS para cada coração.

Vender instrumentos musicais e de roupas são lojas como outras quaisquer.
Vender gravações de hinos, de pregações, de testemunhos é comercializar as coisas de DEUS. É pecado.
Não estou chamando os Irmãos de pecadores, mas que essa ação é errada, é sim. Ainda mais que estão indo contra nossos ensinamentos. E se venderem na porta da igreja, estão afrontando a Obra de DEUS, os Servos do Ministério e toda a irmandade. Está errado.

Acho (mais um achismo meu) que há muita coisa útil no mundo. E que o mundo usufrua dessa utilidade.
Mas para os crentes nem tudo o que é útil é lícito.

Quando um P. Eletrônico diz "jesus cura", ele está falando uma coisa útil para muita gente.
Mas isso não é útil para nós, que sabemos que DEUS salva, em nome do SENHOR JESUS, e por misericórdia infinita pode até nos curar também.

Sei (e acho que todos sabemos) que tem uma filosofia (os próprios seguidores não sabem se é uma filosofia, ou uma religião ou uma ciência) que usa o nome "jesus" para atrair adeptos, dá comida e abrigo aos pobres, mas ensina em suas palestras e seus livros que o SENHOR JESUS não é SENHOR, não é o Filho de DEUS, não tem poder de salvar a humanidade. É apenas um espírito que foi se aperfeiçoando em diversas reencarnações.
Agora eu que pergunto: é útil eles usarem o nome "jesus" em suas palestras?
Pode ser até que seja para alguéns. Mas para nós, não!

DEUS me seja por testemunha que tenho muito amor, carinho e respeito por todos os pobres.

Uma vez, há muitos anos, fui repreendido por mim mesmo, em meu coração, quando comentei com um Irmão que eu achava errado um Irmãos buscarem na Palavra bençãos materiais. Esse Irmão disse para mim: "Irmão Luiz (fake), cada um tem suas necessidades; você não tem essa necessidade material, porque você é bem de vida, mas tem Irmãos que sofrem muito materialmente."
Aprendi mais uma vez a não julgar os outros, a procurar ter cada vez mais misericórdia em meu coração. Louvado seja DEUS.

Por isso, não julgo os Irmãos que vendem (porque precisam ou porque querem) coisas proibidas, coisas de DEUS, mas julgo sua atitude sim: atitude errada!

..............................................................
Voltando ao assunto das vestes: Devemos obedecer aos ensinamentos da Igreja. Esses ensinamentos existem para que os obedeçamos e não para que os analisemos, cada cabeça dizendo "é certo" ou "é errado".
Cada cabeça tem um pensamento.
Se cada cabeça for fazer o seu próprio ensinamento, perderemos a unidade uns com os outros, e com DEUS também.
Onde não existe hierarquia, estará a anarquia.

DEUS nos abençoe.
Luiz Flavio.

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Sergio Teixeira em Sab Set 29, 2012 10:24 am

Não conheço nenhuma (nem uma!) dessas empresas neopentecostais que não estejam, elas ou seus donos, enrolados na justiça, por motivos graves.
A bem da verdade, eu conheço duas que estão enquadradas no grupo das "neopentecostais" e que não têm problemas com a justiça.
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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  BadMix em Seg Out 01, 2012 6:49 am

A Paz de Deus queridos irmãos,
Confesso desde já que não li o tópico todo. Não li para proteger o meu coração, porque este assunto de costumes/hábitos é coisa para me por chateado, e eu simplesmente não tenho tempo para andar chateado. Smile

Deixo apenas a minha opinião sobre isto. (uma vez mais, eu sei)

Acredito que há princípios e há métodos na experiência Cristã.
Os princípios são imutáveis há quase 2000 anos, e assim devem permanecer.
Os métodos são temporais e preferencialmente contemporâneos.

O Senhor nos disse, em João 17:11-20
"11 E eu já não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda, em teu nome, aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós. 12 Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse. 13 Mas agora vou para ti, e digo isto no mundo, para que tenham a minha alegria completa em si mesmos. 14 Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os aborreceu, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. 15 Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. 16 Não são do mundo, como eu do mundo não sou. 17 Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. 18 Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. 19 E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade. 20 E não rogo somente por estes, mas, também, por aqueles que, pela sua palavra, hão-de crer em mim;"

O que vemos, infelizmente, é o "Povo de Deus" a ser enclausurado hermeticamente em suas Igrejas e a separarem-se (por costumes impostos) do mesmo mundo onde devemos estar a falar de Jesus. Quer-me parecer que estamos a ir contra a Palavra, e não em favor da santificação.

O Senhor era habitualmente visto em confraternização com pessoas de "má reputação"... que é que Ele respondeu quando lhe perguntaram porque razão agia assim?
Marcos 2:15-17
"15 E aconteceu que, estando sentado à mesa em casa deste, também estavam sentados à mesa com Jesus, e seus discípulos, muitos publicanos e pecadores; porque eram muitos, e o tinham seguido. 16 E os escribas e fariseus, vendo-o comer com os publicanos e pecadores, disseram aos seus discípulos: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores?
17 E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores."

O problema com os usos/hábitos e costumes é somente um: As pessoas (não todas, felizmente) que as seguem acham que estão com isso a contribuir para a sua salvação, quando ela nos está garantida exclusivamente pela fé no Senhor Jesus. Digo mais, nem à santificação acresce, porque o Senhor está mais interessado na roupa interior, do que na exterior, e essa, falo por mim, está longe de ser impecável e perfeita...


Já agora relembro que em
http://www.youversion.com
ou
http://www.bible.com
poderão encontrar dezenas de traduções da Bíblia, em dezenas de línguas diferentes.
Lá está incluída a versão Almeida Revista e Corrigida (ARC) em texto e em áudio e outras em Português, e este vosso amigo que vos escreve faz parte da equipa de voluntários que traduz este serviço para Português.


Deus a todos abençoe,
Vitor

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Ter Out 02, 2012 9:51 am

A Paz de DEUS esteja sempre em nossos corações.

Fico pensando aqui comigo: toda sociedade tem regras, toda religião tem regras, toda Igreja tem regras.

Nas viagens (passeio) que fiz ao interior e ao litoral do nordeste, num calor gigantesco, vi Irmãs crentes da Assembleia de DEUS com saias, muitas vezes saiões, blusas de manga completa, cabelos compridos.
E Irmãos também de calça (nada de bermuda ou short) no mesmo calor terrível.
E nunca vi ninguém reclamar, ou criticar os ensinamentos da Igreja, dizendo tratar-se de "costumes" e podiam portanto desobedecer.

Não conheço o sul, mas acredito que as Irmãs da Assembleia de DEUS usam saias, no gigantesco frio.
Não sei, mas tenho a impressão que aí também elas não ficam reclamando de usar saias ou saiões no maior frio, chamando o ensinamento da Igreja de "costumes" e contestando o dever de obedecerem aos ensinamentos.

Mas é comum, atualmente, vermos Irmãos e Irmãs da Congregação Cristã no Brasil desobedecendo a esses ensinamentos, e, o que é pior, contestando e combatendo esses ensinamentos.
Se ao menos desobedecessem, mas sem criticar e nem contestar os ensinamentos, o mal seria menor.

Meu DEUS! Que perseguição é essa contra a Congregação Cristã no Brasil?

Dou graças a DEUS que ainda existem os "certos" (e são a maioria) e existem também os "errados" que não se justificam jogando críticas sobre a nossa Igreja.


Uma vez, num hotel no nordeste, conheci por meio de um de meus filhos, muito criança naquele tempo, um Irmão, a Irmã sua esposa e duas Irmãs filhas deles.
Ele tomando seu uísque, disse na primeira vez: "Irmão, me perdoe, mas quando estou de férias, ou numa folga, gosto de tomar uísque".
A Irmã esposa, de biquíni, não fez nenhum comentário.
As duas Irmãs, mocinhas, com seus biquínis, um dia vieram conversar comigo (não fui eu que fui até elas; elas vieram até mim).
Ora, para mim tanto fazia ou não fazia se o Irmão tomava uísque ou se as Irmãzinhas (aí incluída a esposa) usava biquíni nas férias.
Para mim isso tudo passou batido.
E tinha que passar, mesmo, já que eu tenho os meus próprios erros e desobediências para olhar em mim mesmo.
(não sei nem assegurar que essa parte neles era errada; não me detenho em julgar os outros).

Bom, achei muito bacana o Irmão se preocupar com a minha consciência e se justificar, pois afinal ele não me conhecia e não sabia se poderia me fazer algum mal espiritual vendo-o beber.

Achei muito bacana a Irmã-esposa não fazer nenhum comentário.

Mas ... as Irmãzinhas-filhas, ao se chegarem a mim para conversar, tiveram como principal preocupação "falar mal" da Congregação Cristã, criticarem seus ensinamentos, e foi uma conversa muito longa só nesses pontos.
Falaram, falaram, falaram ... eu ouvi, ouvi, ouvi.

Durante a conversa, e ao final, só o que fazia e fiz era dizer (em diferentes palavras): "Irmãs, não conheço muito sobre os ensinamentos de nossa Igreja. Mesmo que conhecesse, não me seria de direito julgar os que os desobedecem. Mas do jeito que estão falando, está dando a impressão que vocês próprias se sentem culpadas.
Então façam assim, não fiquem se justificando demais, e muito menos desfazendo da Igreja e de seus ensinamentos.
Assumam-se como fazem e como se sentem e deixem o barco correr.
Mas essa de ficarem desfazendo de nossa própria Igreja é um pavor."


Até hoje somos "amigos" e sempre nos encontramos quando vou ao nordeste.

DEUS nos abençoe.
Luiz Flavio.

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  BadMix em Ter Out 02, 2012 1:06 pm

Luiz Flavio N. Facci escreveu:A Paz de DEUS esteja sempre em nossos corações.

Fico pensando aqui comigo: toda sociedade tem regras, toda religião tem regras, toda Igreja tem regras.

A nossa bíblia tem aproximadamente 600 mandamentos. Nós nem que tentássemos com todas as nossas forças conseguiríamos cumprir 1/5 delas. Para quê adicionar mais?

Em Romanos 7 Paulo nos diz que a Lei existe precisamente para que nos façamos pecadores ao desobedece-la (A Lei opera em nós a morte). Para quê ainda mais condenação?

A cultura deveria mediar a forma como nos deveremos apresentar na Igreja até que essa cultura choque com os princípios bíblicos. Por exemplo, no dia em que for culturalmente aceite uma mulher andar com os seios de fora (já esteve mais longe esse dia, infelizmente) aí sim, podíamos e devíamos impedir a entrada de mulheres assim na Igreja.

Agora estar a impor um costume que não traz edificação à Igreja, antes traz separação e choque, só porque julgamos que adoptando-o nos estamos a "aperfeiçoar" para Deus...

Faz-me lembrar o velho mito de que temos de dormir vestidos com a pele toda tapada (e de terno e gravata de preferência) porque se o Senhor nos recolher no sono devemos estar apresentáveis.
Este tipo de ideia só faz sentido na cabeça de quem nunca leu Génesis. Deus criou-nos, Ele conhece bem o corpo que temos debaixo da nossa roupa.


Deus a todos abençoe.

(e irmão Luis Flavio, sabe que consigo estou à vontade para ter este tipo de "conversa", não me leve a mal porque sabe que tenho por si o maior respeito Smile )

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Sergio Teixeira em Ter Out 02, 2012 1:41 pm

Numa época em que eu era porteiro, veio até nós uma mulher que passava pela rua e que manifestou desejo de entrar para assistir ao santo culto. Porém, quando ela olhou para dentro da igreja e viu todas as irmãs de véu, em silêncio por causa da meia-hora *, sentiu temor e não ousou entrar de forma alguma.
Ela estava de bermuda amarela e de camiseta regata vermelha, e se sentiu indigna de entrar, mesmo eu a convidando para tal.
Ato contínuo, aproximou-se uma jovem irmã, com uma saia comprida até os tornozelos, porém aberta de fora a fora em quase toda a sua extensão.
Nunca mais vi aquela irmã com aquela espécie de traje, mas isso me chamou bastante à atenção: De um lado a criatura, desejosa de ouvir a Palavra, mas temendo ser desagradável a Deus; e de outro lado a irmã já batizada mas que se vestia de forma provocante.
E eu me lembrei daquela passagem do fariseu e do publicano orando próximos um ao outro na sinagoga, onde o primeiro se jactava e o segundo se humilhava mais e mais diante de Deus.
O cristão sabe intuitivamente o que deve e o que não deve vestir, o que deve e o que não deve fazer.
Isso está literalmente no sangue, já que o sangue espiritual que em nós circula é o mesmo que nos foi ofertado pelo Mestre.
Que Deus abençoe a todos.

* Naquela época ainda se fazia silêncio durante a meia-hora. Hoje em dia o nivel sonoro de uma igreja e de um botequim é rigorosamente o mesmo.
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Sergio Teixeira

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Qua Out 03, 2012 6:15 am

A Paz de DEUS seja em nossos corações e de nossas famílias.

BadMix escreveu:
Luiz Flavio N. Facci escreveu:A Paz de DEUS esteja sempre em nossos corações. Fico pensando aqui comigo: toda sociedade tem regras, toda religião tem regras, toda Igreja tem regras.
A nossa bíblia tem aproximadamente 600 mandamentos. Nós nem que tentássemos com todas as nossas forças conseguiríamos cumprir 1/5 delas. Para quê adicionar mais?
Meu DEUS do céu, Irmão Vitor, que tanto de mandamento é esse?
Onde é que o Irmão arranjou tantos mandamentos?

BadMix escreveu:Em Romanos 7 Paulo nos diz que a Lei existe precisamente para que nos façamos pecadores ao desobedece-la (A Lei opera em nós a morte). Para quê ainda mais condenação?
Irmão Vitor, não costumo "discutir" (no bom sentido) citando versículos nem partes da Bíblia, porque o meu conhecimento dEla é muito pouco e, por falta de espiritualidade suficiente em mim, geralmente erro em minhas interpretações (será que erro? Será que acerto? Muitas vezes erro, algumas poucas vezes acerto).
Mas, como citaste Romanos 7, fui lá ler esse capítulo.
Permite-me contestar-te com todo o respeito, com todo Amor.
Mas não quer dizer que eu esteja certo em minha contestação.
Peço a todos que leiam o capítulo e analisem a minha interpretação, que provavelmente está errada.

5. Porque quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, obravam em nossos membros para darem fruto para a morte.
Então o que opera ... operava em nós a morte não é a lei, mas as paixões pelos pecados, que são pela lei.

E em outra parte, no mesmo capítulo, diz que a lei é santa e o mandamento santo, justo e bom, e que o bom não se tornou em morte ... mas o pecado para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem...

Mas prefiro não "discutir" (no bom sentido) citando a Bíblia, pelas razões que expus lá em cima.

BadMix escreveu:A cultura deveria mediar a forma como nos deveremos apresentar na Igreja até que essa cultura choque com os princípios bíblicos. Por exemplo, no dia em que for culturalmente aceite uma mulher andar com os seios de fora (já esteve mais longe esse dia, infelizmente) aí sim, podíamos e devíamos impedir a entrada de mulheres assim na Igreja.
Sim, caro Irmão, só que essa cultura não é bem cultura; ela é também dominada pela "moda", ou seja, parte pela cultura, parte pela "moda".
Haja vista o que acontece hoje: minissaias, camisetas, biquínis, sungas, tudo assim no meio da rua e das praças, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Sem falar nos brincos para homens, nos piercings, nas tatuagens.
Portanto, se não houver regras para nós, o mundo vem abaixo.
No futuro, talvez os seios de fora possam ser a coisa mais comum, e aí poderá também haver rebeldia quanto aos ensinamentos da Igreja contra isso também, dizendo: "Que mal há em mostrar os seios? DEUS não criou o homem vestido!"

BadMix escreveu:Agora estar a impor um costume que não traz edificação à Igreja, antes traz separação e choque, só porque julgamos que adoptando-o nos estamos a "aperfeiçoar" para Deus...
Permite-me as discordâncias:
a) Não é questão de costume só. É questão de decência.
O diabo come pelas beiras.
Uma coisa que pensamos hoje que é costume, amanhã isso será totalmente imoral para os cristãos.
Só que ninguém perceberá, e até defenderá a nova "moda".

b) Estamos nos aperfeiçoando para DEUS, sim. E estamos contribuindo para a nossa salvação, sim.
Tudo o que fazemos para agradar a nosso DEUS, contribui para o nosso aperfeiçoamento diante de DEUS, e para a nossa salvação.
Quando um Irmão adventista guarda o sábado para agradar a DEUS (o adventista pensa que isso é obrigatório para os cristãos), essa obediência o está aperfeiçoando na obediência, e consequentemente contribuindo para a sua salvação.

Quando um Irmão batista paga o dízimo de coração, com sinceridade (o batista pensa que essa contribuição é obrigatória para os cristãos), essa obediência o está aperfeiçoando na obediência, e consequentemente contribuindo para a sua salvação.

Quando um Irmão da Congregação Cristã não anda de short e sem camisa pelas ruas (nós achamos isso errado), essa obediência o está aperfeiçoando na obediência, e consequentemente contribuindo para a sua salvação.


O erro que possa existir é quando um que guarda o sábado julga mal o que não guarda; ou quando o que paga o dízimo julga mal o que não paga; ou quando o que não anda de short pelas ruas julga o que (ainda ) usa.

O erro está na soberba, no se achar melhor que o outro, no orgulho.

O problema com os usos/hábitos e costumes é somente um: As pessoas (não todas, felizmente) que as seguem acham que estão com isso a contribuir para a sua salvação, quando ela nos está garantida exclusivamente pela fé no Senhor Jesus. Digo mais, nem à santificação acresce, porque o Senhor está mais interessado na roupa interior, do que na exterior, e essa, falo por mim, está longe de ser impecável e perfeita...

BadMix escreveu:Faz-me lembrar o velho mito de que temos de dormir vestidos com a pele toda tapada (e de terno e gravata de preferência) porque se o Senhor nos recolher no sono devemos estar apresentáveis.
Este tipo de ideia só faz sentido na cabeça de quem nunca leu Génesis. Deus criou-nos, Ele conhece bem o corpo que temos debaixo da nossa roupa.
Concordo plenamente.
Mas repare que isso nunca foi ensinamento da Igreja.
Foi invenção nossa, mesmo, originada ninguém sabe por quem nem onde.

Observação: Percebi que estamos tratando do assunto sob dois aspectos.

O Irmão, defendendo o ponto de vista que não há razão para as regras da Igreja sobre as vestimentas.
E eu, não enfocando se há razão para as regras. Apenas pensando: "Se as regras existem, devem ser obedecidas".

BadMix escreveu:Deus a todos abençoe.
(e irmão Luis Flavio, sabe que consigo estou à vontade para ter este tipo de "conversa", não me leve a mal porque sabe que tenho por si o maior respeito Smile )
Amém, querido Irmão Vitor, em JESUS CRISTO.
Pode ter certeza absoluta que esse respeito é recíproco, e que gosto demais de ler seus pareceres sobre todo e qualquer assunto.

DEUS nos abençoe a todos e a nossas famílias.
Luiz Flavio.

Luiz Flavio N. Facci

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Qua Out 03, 2012 6:31 am

A Paz de DEUS seja sempre em nossos corações e de nossas famílias.
Sergio Teixeira escreveu:... E eu me lembrei daquela passagem do fariseu e do publicano orando próximos um ao outro na sinagoga, onde o primeiro se jactava e o segundo se humilhava mais e mais diante de Deus.
Muito boa a comparação, embora a minha opinião de nada valha.
Realmente, a desobediência em usar uma saia muito justa, ou aberta demais, ou uma blusa de manga comprida decotada e com as costas à mostra ... essa desobediência (a desobediência, não a Irmã) talvez seja pior que usar uma calça feminina prudente e discreta.

E complementando: ainda é preferível um Irmão que use bermuda e trate bem sua esposa e seus filhos que outro Irmão que só use calça, mas que maltrate sua esposa e seus filhos.

Sergio Teixeira escreveu:O cristão sabe intuitivamente o que deve e o que não deve vestir, o que deve e o que não deve fazer. Isso está literalmente no sangue, já que o sangue espiritual que em nós circula é o mesmo que nos foi ofertado pelo Mestre.
Permita-me, querido Irmão Sergio em JESUS CRISTO, discordar de você.
Nós somos muito sujeitos a influências externas.
Com o tempo, vamos achando tudo muito normal e tudo muito aceitável.
Por isso precisamos de regras e ensinamentos.

Acabei de ler Romanos 7 para opinar em outro Tópico e aprendi uma coisa (mas não sei se aprendi errado):
A lei me faz consciente do pecado (não que ela opere o pecado em mim. Apenas me faz consciente do pecado).
Eu diria que, do mesmo modo, o ensinamento da Igreja me faz consciente do erro.

DEUS nos abençoe e a nossas famílias.
Luiz Flavio.

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Jovem Musico em Qua Out 03, 2012 8:41 am

Luiz Flavio N. Facci escreveu:A Paz de DEUS seja em nossos corações.

No tópico "Sobre as Congregações do Pará", tocou-se no assunto "cigarro", o que me leva a perguntar:

"O que acham os Irmãos foristas sobre um Irmão da Congregação Cristã no Brasil fumar cigarro?"

DEUS nos abençoe
Luiz Flavio.

Fumar é como se fosse um auto suicídio. Fumar é destruir gradativamente o próprio corpo e a própria mente. Nosso corpo é templo do espírito santo (leia 1 Coríntios 6:19) e não temos direito de destruir este tempo.

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  MEIRA COURI em Qua Out 03, 2012 8:50 am

A PAZ...

FAÇO MINHA A TUAS PALAVRAS:
* Naquela época ainda se fazia silêncio durante a meia-hora. Hoje em dia o nivel sonoro de uma igreja e de um botequim é rigorosamente o mesmo

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Esteves em Qua Out 03, 2012 11:23 am

Irmão Sérgio,

Com relação àquela parte em que Jesus expulsa os comerciantes do templo, sempre associei à praticas do tipo "compre isso e Deus vai te abençoar, compre aquilo e Deus vai perdoar os seus pecados". Ou mesmo fazer propagandas e comércio durante um culto de louvor a Deus (misturar as coisas).

Agora montar uma barraca em frente à igreja e vender produtos de interesse da irmandade (véus, capas para bíblias tipo almofada, hinos e palavras gravadas em CD), sem associar ao culto realizado, creio não ter relação com aquele comércio citado na bíblia. Ora, muitos irmãos tem acesso a internet e podem comprar (ou até mesmo fazer download) desses produtos facilmente. Porém temos irmãos que não tem acesso, e um ponto de venda de produtos de seu interesse próximo da igreja é uma facilidade. Quem não quiser não compra.

Quanto ao lucro obtido não vejo problemas. Exemplo: se um irmão gastou um tempo para achar os hinos na internet, gravar no CD, fazer uma capa, e ainda utilizar seu tempo para vender. Nada mais justo que tenha um lucro para seu sustento (Digno é o obreiro de seu salário). Agora ficar milionário com um mercado gospel é outra coisa. Nosso irmão não está ganhando dinheiro com as coisas de Deus. Está ganhando dinheiro com o trabalho em cima do produto vendido. É pecado ouvir hino no som do carro? Se conseguir hinos gravados é difícil, e alguém faz o trabalho de compilá-los em um CD e os vende (com um lucro em cima, por causa do seu trabalho) seria pecado?

Como eu falei anteriormente, temos irmãos que ficaram milionários com a venda de produtos evangélicos (no caso roupas evangélicas), sendo que muitos possuem lojas em frente ou na mesma rua que a igreja (para atrair compradores).

Sei que há controvérsias, mas é minha opinião.

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  Esteves em Qua Out 03, 2012 11:32 am

Jovem Musico escreveu:
Luiz Flavio N. Facci escreveu:A Paz de DEUS seja em nossos corações.

No tópico "Sobre as Congregações do Pará", tocou-se no assunto "cigarro", o que me leva a perguntar:

"O que acham os Irmãos foristas sobre um Irmão da Congregação Cristã no Brasil fumar cigarro?"

DEUS nos abençoe
Luiz Flavio.

Fumar é como se fosse um auto suicídio. Fumar é destruir gradativamente o próprio corpo e a própria mente. Nosso corpo é templo do espírito santo (leia 1 Coríntios 6:19) e não temos direito de destruir este tempo.

Corretíssimo irmão. Gostaria de saber a opinião do irmão sobre um outro assunto semelhante:

Comer em excesso é como se fosse um ato de suicído. Comer em excesso provoca obsidade que aumenta em mais de 80% o risco de problemas cardiovasculares, aumenta risco de câncer, problemas nas articulações, problemas respiratórios entre outros, sendo que é considerado pelos médicos o mal do século XXI. Nosso corpo é templo do Espírito Santo (leia 1 Coríntios 6:19) e não temos direito de destruir este templo. Fora isso a glutonaria (comer em excesso) é condenada pela bíblia (leia Romanos 13:13).

Baseado nessas informações, podemos afirmar que comer em excesso é tão pecado quanto fumar? Na CCB que o irmão frequenta, o ministério e a irmandade trata desses assuntos como equivalentes?

Esteves

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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

Mensagem  BadMix em Qua Out 03, 2012 1:32 pm

Luiz Flavio N. Facci escreveu:(...)
Meu DEUS do céu, Irmão Vitor, que tanto de mandamento é esse?
Onde é que o Irmão arranjou tantos mandamentos?

Quando falei em mandamentos queria referir-me a leis, ordenanças, regras, etc.
Lista extensa com esses "mandamentos".

Quanto ao assunto a ser discutido, eu diria que, numa sociedade onde prevalece o estilo de vida sedentário (deste lado do Atlântico pelo menos) o simples facto de não se fazer exercício físico regular é um caminhar acelerado para o caixão. Comer bem, infelizmente, já não vai chegando.

Deus a todos abençoe.

BadMix

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sobre o cigarro aspecto espiritul

Mensagem   em Sex Dez 14, 2012 2:59 pm

A Paz de DEUS

é muito importante esse site aprendi mais uma coisa ,nao esta escrito na biblia que os viciados nao entrarao no reino de DEUS,e qtas vezes eu disse isso!!!!!que DEUS tenha piedade de mim


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Re: Sobre o cigarro... No aspecto espiritual

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