Confissão de Desligamento

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Confissão de Desligamento

Mensagem  marcio ferreira em Sab Maio 04, 2013 3:23 pm



A paz de Deus.

Irmãos exponho uma carta a qual um grupo de irmãos(Cool,pede desligamento por não concordarem com algumas práticas atribuídas a ccb,que não tem baseamento bíblico.Por certo haverá comentários espero que os irmãos entenda que é mais um manifesto daqueles que por não concordarem se desligaram da mesma.




São Paulo, 29 de janeiro de 2006.

Jo. 8:32 - E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.Jo. 17:17 - Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.II Co. 13:8 – Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade

Confissão de Fé e comunicado de Desligamento
ÀCongregação Cristã no Brasil – CCB São Paulo – SP
Att.: Ministério local

Amados irmãos em Cristo Jesus:Vimos por meio desta comunicar nosso desligamento dessa conceituadaassociação religiosa e expressar nossa confissão de fé evangélica.

APRESENTAÇÃO:

Os que assinam esta confissão de fé são irmãos e irmãs membros efetivos e com liberdade, pertencentes à Igreja denominada Congregação Cristã no Brasil,de agora em diante mencionada como CCB.Os motivos que norteiam esta decisão não são de ordem financeira,econômica, partidária, política ou de aspirações ministeriais, mas são de cunho estritamente doutrinário e de consciência. Como disse um servo de Deus no passado:
“Minha consciência é cativa à Palavra de Deus. Ir contra a minha consciência não é nem correto nem seguro”
M.L.Salientamos que não somos contra a CCB, nem contra seus membros ou líderes, não difamaremos nem faremos campanhas contrárias, não estamos associados a nenhum movimento dissidente, reformista, eclesiástico ou coisa do gênero. Outrossim, continuaremos amando e considerando a irmandade e o ministério como irmãos em Cristo Jesus, mesmo sabendo que a recíproca poderá não ser verdadeira.Porém nosso Amado Senhor e Salvador Jesus Cristo nos ensina que todos os mandamentos se resumem em apenas dois. Amarás a Deus sobre todas as coisas e o seu próximo como a ti mesmo. (Mc 12:30:33)


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Sendo assim passaremos a elencar os pontos fundantes desta confissão,sendo separados em duas partes: 1) Pontos Primários, ou seja, aqueles que ferem a nossa consciência, pois ao nosso ver são contrários a Palavra de Deus e 2)Pontos Secundários, ou seja, pontos importantes, mas que não são os determinantes para o nosso desligamento.Fazendo tudo em Nome do Senhor Jesus e em amor, não na demonstração de conhecimento, pois o conhecimento incha, mas o amor edifica.
(I Co 8:1b).

1. PONTOS PRIMÁRIOS:

1.1 SOBRE A BÍBLIA:

1.1.1 Cremos ser a Bíblia, na forma como a conhecemos hoje, composta por 66 livros, sendo 39 do Velho Testamento e 27 do Novo testamento, a Inerrante e Infalível Palavra de Deus, totalmente inspirada pelo Espírito Santo, sendo a revelação final e completa de Deus para os homens.
1.1.2 As Sagradas Escrituras é a nossa única regra de fé e prática,tornando-se assim a constituição de todo o verdadeiro povo de Deus. A Ela nada podemos acrescentar ou diminuir. Nela estão contidas todas as instruções e vontades de Deus para o ser humano.
1.1.3 A Palavra de Deus é viva e eficaz, podendo através da sua simples leitura acompanhada pela iluminação do Espírito Santo converter e salvar o homem pecador.
1.1.4 Outros nomes da Bíblia: Sagradas Letras, Sagradas Escrituras, A Palavra de Deus, Lei do Senhor, Palavra da Verdade, Boca de Deus.

Ref. 1: (II Tm. 3:16-17 – II Pe. 1:20-21 – Hb. 4:12).
Ref. 2: (Pontos de Doutrina da CCB no. 1).
obs: O ponto de doutrina no. 1 foi alterado sendo acrescentado a expressão “contendo”. Sendo assim, a CCB diz que a Bíblia “contem” a palavra de Deus.Fonte: Estatuto 2004, salvaguardada alterações posteriores
1.2 SOBRE O ESTUDO DA BÍBLIA:

1.2.1 Cremos na necessidade da leitura e estudo sistemático das Sagradas Escrituras por todo cristão desde a mais tenra idade. Entendemos não haver outra forma de crescimento espiritual fora da Bíblia.
1.2.2 Jesus Cristo exortando aos Saduceus disse:
“Errais não conhecendo as Escrituras, e nem o poder de Deus”.
Em outra ocasião Ele declara:
“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam”.
1.2.3 A Palavra de Deus nos orienta:
“Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor”
.O próprio Deus também advertiu o povo no passado sobre operigo de não procuramos o conhecimento quando diz:
“O meu povo foi destruído,porque lhe faltou o conhecimento”.
1.2.4 Assim devemos seguir o exemplo da Igreja de Beréia, consideradanobre, por examinar nas escrituras as palavras que Paulo pregava. Como estáescrito:
“Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica,porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim”.
1.2.5 Entendemos equivocada a interpretação que se faz de II Co. 3:6b,onde alguns irmãos defendem que é errado estudar a Bíblia, baseados no trecho:
“Porque a letra mata e o espírito vivifica”.
Ao interpretarmos a palavra de Deus nãopodemos considerar apenas parte de um versículo, temos que interpretá-la a luzde todo o contexto. Devemos ler não apenas o capítulo em questão, mas pesquisarmos em toda a Palavra de Deus as referencias necessárias para uma correta interpretação.1.2.6 Assim ao fazermos uma leitura do versículo em questão: II Co. 3:6
“O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica”.
Percebemos que o assunto tratado não é sobre o estudar ou não a Bíblia. O assunto tratado é sobre o ministério da Lei (letra) que mata, em contraste ao ministério do Espírito que vivifica. Essa idéia é corroborada em todo o capítulo

Ref. (Mt. 22:29 – Jo. 5:39 – Os. 4:6 – Os. 6:3 – II Pe. 3:18a – At. 8:35 – Lc 24:27:32 – Lc. 24:32 – I Tm 4:13 – At. 17:11 – II Co. 3:1-18 ).
1.3 SOBRE JESUS E A TRINDADE:

1.3.1 Cremos em um único e verdadeiro Deus, cuja essência e unidade há três pessoas distintas, O Pai o Filho e o Espírito Santo.

1.3.2 Jesus Cristo é a segunda pessoa da Trindade, é a palavra de Deus feita carne, nascido do ventre de Maria virgem por obra do Espírito Santo,possuindo duas naturezas, a Divina e a Humana, portanto considerado,Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem, pois nunca conheceu pecado.

1.3.3 Jesus é Deus, junto ao Pai e ao Espírito Santo, sendo assim possui toda essência e natureza do Pai. Conforme está registrado em várias passagensBíblicas:
“Nele habita corporeamente toda a plenitude da Divindade”, “Ele é o resplendor da glória de Deus e a exata imagem do seu Ser”.
O Próprio Jesusdeclarou
: “E quem me vê a mim vê aquele que me enviou” e “Eu e o Pai somos Um”.

Ref. 1: (Dt. 6:4 - Mt. 28:19 – Lc. 1:26-35 – Jo 1:1 - II Co. 5:21 – Cl. 2:9 – Hb. 1:3 – Jo. 10:30 – Jo. 12:45 ).Ref. 2: (Pontos de Doutrina da CCB no. 2 e 3).

1.4 SOBRE A SALVAÇÃO:

1.4.1 Cremos que a salvação é um presente gratuito de Deus ao homem,através do sacrifício de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, não havendo no homem capacidade, fidelidade ou mérito algum para que seja salvo.

1.4.2 A salvação se dá única e exclusivamente pela fé em Cristo Jesus, nãopodendo ser comprada, conquistada, adquirida, mas simplesmente aceita com gratidão, reconhecendo que todo trabalho, sacrifício, preço, foi realizado e pago por Cristo Jesus no madeiro da cruz.

1.4.3 Nenhuma organização religiosa pode oferecer salvação em si mesma,pois a Bíblia nos diz:
“Porque também debaixo do céu nenhum outro nome há,dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos”.

1.4.4 Negar essa verdade Bíblica é desprezar a morte sacrificial e vicária de nosso Senhor Jesus Cristo. Jesus sofreu e morreu no lugar da humanidade. Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Jesus ressuscitou para nossa Justiça, Santificação e Redenção.



1.4.5 A aceitação e a justificação do homem perante Deus se dáunicamente pela fé no sacrifício de Jesus, como a própria Bíblia nos declara:
“Mas o Justo viverá pela fé”
.Portanto a salvação não é o resultado daquilo quepossamos ter executado ou trabalhado para adquiri-la, como diz a Bíblia:
“Mas se é por graça, já não é pelas obras; de doutra maneira, a graça já não é graça”.

Ref.1: (Ef. 2:8-10 – At. 4:12 - Jo. 1:29 - Rm 1:17 - Rm. 3:23-24 e 28 – Rm 4:1-8 – Rm 11:6).Ref. 2: (Pontos de Doutrina da CCB no.

1.5 SOBRE A GRAÇA:

1.5.1 Cremos que Graça são todos os favores imerecidos de Deus, quevem ao encontro do homem pecador.

1.5.2 É por essa Graça que somos salvos, santificados e aceitos comofilhos na presença do nosso Deus.

1.5.3 A Graça de Deus nada mais é do que a pessoa de Jesus Cristo,conforme nos diz a Bíblia:
“Porque a Graça de Deus se manifestou trazendo salvação a todos os homens”.
1.5.4 Nenhuma organização religiosa tem o direito de se auto denominar “AGraça de Deus”.

1.5.5 Como o ser humano nunca teve condições de salvar a si mesmo, porcausa do pecado, coube a Deus, usando de Graça, a missão de enviar seu filhoAmado para resgatar o pecador que estava perdido. “A Graça de Deus é JesusCristo”.

1.5.6 Entendemos que todos os homens e em todas as épocas foramsalvos pela Graça. Deus revelou sua Lei para nos mostrar o quanto seria difícilsatisfazer a sua Santidade através das obras. Pois é através do mandamento quevejo o quanto sou pecador e incapaz de me achegar a Deus, a não ser que Eleuse de Graça para comigo.

1.5.7 O Rei Davi, mesmo vivendo na época da Lei, sabia que dependia deGraça ao declarar:
“Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto”. Ref. (Sl 32:1 - Ef. 2:8-10 – Tt. 2:11 – Tt. 3:4-7
1.6 SOBRE A IGREJA:

1.6.1 Cremos que Jesus instituiu Sua Igreja sobre a Terra. Esta é formada por todos os crentes de todas as partes do mundo e de todas as épocas,independente da cultura, costumes ou denominação, desde que baseada nas Escrituras. Jesus Cristo declarou:
“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu Nome, aí Eu estou no meio deles”.
1.6.2 Diante da grandeza do sacrifício de Jesus no Calvário, realizado em benefício de todos os homens, não é Bíblico uma igreja, denominação ou grupo religioso auto-intitular-se: “A única e verdadeira Igreja” ou “O único e verdadeiro caminho”, usurpando um lugar que é exclusivamente de Cristo. Cremos também que nenhum grupo religioso pode afirmar que são “Os remanescentes” ou “Os restauradores do verdadeiro Evangelho”, pois fiéis são as palavras da Escritura:
“E sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.
Assim a Igreja de Cristo nunca precisou ser restaurada porque em nenhum momento ela foi ou será destruída.

1.6.3 Entendemos que Igreja não são paredes, janelas e bancos, mas sim pessoas, como Jesus ensinou a mulher samaritana:
“Mas a hora vem, e agora é,em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”

. 1.6.4 Assim, mesmo que as denominações acabem, a Igreja de Cristo prosseguirá triunfante em sua marcha, até o dia das Bodas com o Cordeiro.1.6.5 Entendemos que, as Igrejas que professam a mesma fé e doutrina,são aquelas que estão fundamentadas nos mesmos princípios de fé, e nãoaquelas que são pertencentes a uma mesma denominação religiosa.
Ref.: (Mt. 16:18b - Mt. 18:20 – Jo. 4:23 – Jo. 14:6).

1.7 SOBRE A SANTIFICAÇÃO E BOAS OBRAS:

1.7.1 Cremos que a Igreja de Cristo deve caminhar neste mundo sem máculas nem rugas, mas em verdadeira e total santificação. As boas obras de um cristão não lhe conferem salvação, ou essa deixaria de ser gratuita. Do contrário,as boas obras são a conseqüência de uma vida transformada pelo poder do Evangelho. Jesus nos ensina:
“Por seus frutos os conhecereis”.
1.7.2 O verdadeiro cristão, nascido de novo, que se entregou totalmente ao senhorio de Jesus Cristo, passa a ser uma pessoa cheia do Espírito Santo. Assim,o próprio Espírito de Deus produz no crente o “Fruto de santificação”.


1.7.3 Entendemos com isso que não realizamos boas obras para os. Sermos salvos Realizamos boas obras porque já fomos salvos por Cristo Jesus e transformados pelo poder do Espírito Santo.

1.7.4 A santificação e as boas obras são sinais exteriores da verdadeira conversão interior. O crente não deve buscar a conversão pelas boas obras, e sim buscar ser convertido primeiro, para só então começar a produzir boas obras.

1.7.5 Não vemos nenhuma contradição entre os escritos de Paulo e Tiago referente ao assunto das boas obras. Paulo trata sobre a justificação do homem perante Deus e Tiago trata da justificação do homem perante os homens.
Ref: (Mat. 7:20 – Rm. 4:4 – Ef. 2:8-10 - Ef 5:9 e 27 – Gl. 5:22 – Tg 2:18-19).

1.8 SOBRE A SEGURANÇA DA SALVAÇÃO:

1.8.1 Cremos no que Jesus Cristo nos assegura:
“E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia”,
e
“Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida”,
e
“E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão”.
1.8.2 Diante de afirmativas tão claras, o cristão pode gozar da felicidade de ser chamado “salvo”, com a garantia do próprio Senhor de que nada mais o separará do Seu Amor. A Bíblia nos diz:
“Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”.
1.8.3 Se formos infiéis em algum momento em nossa carreira cristã, Ele permanece fiel, pois não pode negar a Si mesmo. Assim, enquanto houver fôlego de vida no homem, há a possibilidade de perdão e restauração, mediante arrependimento e confissão dos pecados.

1.8.4 A Bíblia nos assegura:
“Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que possais suportar”,
e
“Ora aquele que é poderoso para nos guardar de tropeçar e apresentar-vos irrepreensíveis com alegria, perante a sua glória”.

Ref.: (Jo. 5:24 - Jo. 6:39 – Jo. 10:28 – Rm. 8:1:38 e 39 – Rm. 8:39 – I Co. 10:13 - II
Tm. 2:13 – Jd 1:24 – I Co. 1:8-9).
1.9 SOBRE O PECADO

1.9.1 Cremos que o desejo de Cristo é que vivamos uma vida de santificação e amor. Porém, torna-se um ledo engano para o cristão acreditar que nele não há mais pecados, conforme a Bíblia nos ensina:
“Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós”.
A palavra de Deus nos ensina nesta epistola que, embora sejamos salvos em Cristo,continuamos num corpo sujeito à tentação e ao pecado, e por isso nos recomenda:
“Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”.

1.9.2 Devemos assim viver em constante arrependimento, voltando sempre ao Pai em oração para confessar nossos pecados e obter o Seu perdão, através do benefício que nos concede Jesus Cristo, nosso Mediador.

1.9.3 Definitivamente não se faz aqui uma apologia ao pecado, haja vista as graves conseqüências causadas por ele ao ser humano. Afirmamos, porém que nenhum pecado pode ser maior do que o sacrifício de Cristo. Nada que o homem faça poderá anular o que Cristo fez por ele na Cruz.

1.9.4 Jesus nos deixa isso claro na parábola do filho pródigo, na parábolada dracma perdida e na parábola da ovelha perdida. Seu desejo é que todos os crentes que um dia se desviaram por quaisquer motivos, se arrependam, e voltem ao lar paternal.

1.9.5 Sabemos pela Escritura que todo erro ou falha é pecado. A Bíblia dizem I Jo. 3:9
“Aquele que é nascido de Deus não peca”
, no entanto entendemos que o a palavra de Deus quer nos transmitir o conceito de que o cristão pode pecar, mas não pode viver na sua prática. Se essa não é a interpretação correta,então a Bíblia estaria se contradizendo, fato que é impossível, quando diz em: IJo. 1:8:
“Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós”.

1.9.6 Fica claro que o conceito de pecado que Deus tem, é muito mais elevado do que o conceito do ser humano, por isso não podemos ser salvos por obras. Deus condena não apenas o pecados exteriores, mas principalmente os interiores, aqueles que são praticados no íntimo do coração.

1.9.7 Isso fica evidenciado quando Jesus Cristo diz:
“Eu, porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela”,
e
“Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida”
.
Ref. (I Jo. 1:8-10 – I Jo. 3:9 - Lc. 15 – Mt. 5:28 – I Jo 3:15).


1.10 SOBRE A BLASFÊMIA OU PECADO DE MORTE.

1.10.1 Cremos que a blasfêmia contra o Espírito Santo é o ato de atribuir-se ao demônio uma obra realizada por Deus. Entendemos ser esse o pecado irreconciliável, pois o indivíduo blasfemo não possui em seu coração disposição alguma de arrependimento e temor a Deus, não podendo assim, por causa da sua escolha rebelde ser levado a Deus através de Cristo. Jesus disse que aquele que assim procede não encontrará perdão nem neste mundo nem no vindouro.

1.10.2 Negamos que o adultério matrimonial seja o pecado de morte.Alguns irmãos baseados nas interpretações de I Co. 6:9:10 – Ap. 21:8 e Ap. 22:15,dizem que ficarão de fora os adúlteros. Porém ficarão de fora não apenas os adúlteros mas também os cães, feiticeiros, homicidas, idólatras, mentirosos,efeminados, bêbados, sodomitas, incrédulos, medrosos, ladrões, avarentos,roubadores, maldizentes. A Palavra de Deus nos ensina que ficarão de fora todos os que não se desviarem de tais práticas. E já foi explanado acima que o simples ódio ao um irmão é considerado um homicídio e que a cobiça ao corpo humano é considerado um adultério no coração.

1.10.3 Entendemos que ao sustentar tal ensinamento, ou seja, que o adultério matrimonial é o pecado imperdoável, a CCB tem condenado inúmeras vidas à perdição e as tem privado de uma reconciliação com Deus, impedindo que as mesmas possam ser restauradas pelo arrependimento e confissão de seus pecados diante de Deus.

1.10.4 Condenamos a prática do adultério, no entanto a palavra de Deus diz que o Senhor odeia o pecado, mas ama o pecador. Sendo assim todos os que praticaram tal ato, podem e devem buscar o perdão e a reconciliação com Deus.Como nos foi deixado o exemplo do Rei Davi, mesmo cometendo adultério com Bate-Seba e mandando matar seu marido Urias, encontrou o perdão de Deus.Obviamente os pecados de Davi trouxeram consigo terríveis conseqüências, que já configuram em si mesmas grandes penalidades.

Ref. (II Sm 12:13 – Mt. 12:22-32 – I Co. 6:9-10 – Ap. 21:8 – Ap. 22:15 – Sl
1.11 SOBRE O BATISMO:

1.11.1 Cremos no mandamento do batismo por imersão. Todos os crentes que recebem Jesus como Salvador pessoal devem ser submetidos ao batismo,como ordenou Jesus, em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo,exteriorizando assim o “nascer de novo” ensinado pelo Mestre a Nicodemos.

1.11.2 Entendemos que este ritual em si mesmo não é dotado de nenhum poder. As águas batismais não podem perdoar, lavar ou regenerar o homem dos seus pecados. Esse benefício só é conseguido através do lavar regenerador do Sangue de Cristo, mediante a fé de quem o deseja.

1.11.3 O batismo assim figura como símbolo exterior de uma realidade ocorrida interiormente. Exemplo disso é o ladrão da cruz ao confessar Jesus como seu salvador. Mesmo impossibilitado de ser batizado em águas foi salvo pela fé.

1.11.4 Entendemos como válido o batismo realizado por outras denominações evangélicas na forma do exposto acima, não sendo necessário que o fiel seja rebatizado ao mudar de denominação, a menos que manifeste esse desejo.

Ref.1:(Jo. 3:3-7 – Mc. 16:16 – At. 2:38 – Lc. 23:33 –42 – Tt. 3:4-7).Ref. 2:(Pontos de Doutrina da CCB no.5 e 6).

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2. PONTOS SECUNDÁRIOS

2.1 SOBRE A SANTA CEIA:

2.1.1 Cremos que na noite em que foi traído, nosso Senhor, ao partir o pão e servir o cálice, instituiu o mandamento da santa ceia para todos os cristãos,como memorial do seu sacrifício por nós na Cruz.

2.1.2 Os elementos que a compõem, não possuem poder algum em si mesmos, sendo estes símbolos que representam o corpo e o sangue de Cristo. É contra as Escrituras e a razão crer que no momento da santa ceia o pão se transforme em carne e o vinho em sangue.

2.1.3 Ao celebrarmos a santa ceia, além de nos lembrarmos da paixão e morte do nosso Salvador Jesus Cristo, estreitamos os laços de comunhão com nossos irmãos.

2.1.4 Entendemos também que não existe uma periodicidade pré-definida pela Escritura para sua celebração. Os cristãos todas as vezes que quiserem podem celebrá-la, ficando a critério de cada liderança a sua instituição.

Ref.1: (Mt. 26:26-28 – Mc.14:22-24 – Lc. 22:19-20 – I Co. 11:24-26).

Ref. 2: (Pontos de Doutrina da CCB no.8 – Hino 396).

2.2 SOBRE O SONO DA ALMA:

2.2.1 Cremos que em todos os textos bíblicos onde a morte é mencionada como “sono”, as Escrituras referem-se exclusivamente ao corpo físico.

2.2.2 A alma, que não pode morrer nem dormir, desapega-se do corpo. O corpo na morte vai para o pó, e o espírito volta a Deus que o deu.
2.2.3 As almas dos justos vão imediatamente para o céu e diante de Deus aguardarão a Ressurreição que se dará no Dia do Senhor, e as almas dos ímpios vão para o inferno, onde também aguardarão a ressurreição para vergonha e desprezo eternos, como evidenciou Jesus na parábola do “rico e Lázaro”.

Ref.1:(I Rs. 2:10 – Sl. 6:5 – Gn. 3:19b – At. 24:15 – Lc. 16:19-31 – Ec.12:7).
Ref. 2: (Pontos de Doutrina da CCB no.12)
2.3 SOBRE O VÉU E O ÓSCULO SANTO:

2.3.1 Cremos que para um perfeito entendimento das Escrituras, devemos levar em consideração fatores como local, cultura e a época em que se passam os eventos.

2.3.2 No primeiro século depois da morte de Jesus, período em que foram escritas as cartas de Paulo, na localização onde o apóstolo viveu era comum ouso do véu (uma mantilha que cobria toda a cabeça, descendo até os ombros e cobrindo a parte inferior do rosto, deixando apenas os olhos de fora) por mulheres idôneas, e também a saudação com ósculo entre homens e mulheres de uma mesma família ou entre amigos íntimos. Esses costumes podem ser observados até hoje naquela região. Ressaltamos que o véu, dependendo da região, época ou cultura pode significar conceitos totalmente opostos. Exemplificado na passagem Bíblica de Judá e Tamar.

2.3.3 Não vemos na observação desses costumes nenhum problema em relação à fé cristã, porém não os reconhecemos como doutrinas bíblicas,ordenança ou mandamento obrigatórios à salvação.
Ref.: (Rm. 16:16 – I Co. 16:20 – II Co. 13:12 – I Ts. 5:26 – Gn. 38:14-15 – I Co.11:1-16 – Gn. 29:11 – Gn. 24:65b).

2.4 SOBRE A OBSERVAÇÃO DE COSTUMES:

2.4.1 Cremos que toda questão secundária a salvação deve ser estabelecida mediante apelo ao bom senso da consciência do cristão. A Bíblia nãolegisla sobre roupas, cortes de cabelo, uso de jóias e outros tantos costumes.

2.4.2 Essas questões estão implícitas na cultura de cada povo e como entendemos ser o Evangelho transcultural, não configura pecado o indivíduo viver de acordo com os costumes de seu povo, desde que estes não firam os princípios do Evangelho.

2.4.3 Deve-se deixar então a critério do próprio crente o vestir, o comer, o ire o vir, esperando que, como nova criatura em Cristo Jesus o mesmo não se dê aexcessos que possam causar prejuízos à fé e a Igreja.

2.4.4 Entendemos que Dt. 22:5
“Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao Senhor teu Deus”,
não fornece base Bíblica para proibir o uso de calças pelas mulheres cristãs. Deus está nos ensinando que nenhum homem ou mulher deve se vestir de tal forma que as pessoas ao olharem não consigam identificar o seu sexo. A questão da vestimenta é própria de cada cultura, em algumas delas os homens se trajam com vestidos. Prova disso é que a calça foi inventada muitos séculos posteriores ao versículo em questão.
Ref. 1: (Ef. 5:15 – Ex. 35:22 – Gn. 24:47b – I Co. 7:20 – Gl. 6:15 – II Co.5:17)

Ref. 2: (Convenção CCB de 1936, salvaguardada alterações posteriores).

2.5 SOBRE A SAUDAÇÃO:

2.5.1 Cremos no que a Bíblia nos diz:
“Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele”.
2.5.2 A saudação do cristão é algo que o identifica na sociedade, revelando sua fé em Deus e comunhão com os irmãos publicamente. Podemos nos saudar com “a paz de Deus”, “a paz do Senhor“, simplesmente ”a paz” ou de qualquer outra forma com que desejarmos cumprimentar nosso irmão.

2.5.3 A questão gramatical aqui é pouco relevante, pois fica óbvio que,quando um cristão saúda outro com a paz, seja da forma que escolher saudar,estará implícito que ele se refere à paz do Deus único, ou a do Senhor Jesus Cristo.
Ref.: (1 Co. 8:5 – Rm. 1:7 – I Co. 1:3 – Ef 6:23 – Cl. 1:2 – II Ts. 3:16 – I Pe.1:2b).

2.6 SOBRE A ORAÇÃO:
2.6.1 Cremos no poder da oração. Jesus nos ensinou a orar em Seu Nome,sob a gloriosa promessa de que tudo o que pedirmos, havendo concordância coma vontade do Pai, receberemos. O cristão deve ter uma vida de comunhão com Deus através da oração, tanto para expressar sua gratidão como para confiarmos a Ele suas petições.
2.6.2 Através das Escrituras nosso Pai celestial fala com Seus filhos;através da oração, falamos com Ele. Diante do apelo do apóstolo Paulo para que orássemos “sem cessar”, entendemos que nesta questão, a posição corporal é irrelevante. Podemos estar em oração em qualquer lugar e a qualquer momento.
2.6.3 No culto público não vemos problema em se fazer orações de joelhos.Entendemos ser um problema a afirmativa de que somente nessa posição corporal é possível ser ouvido por Deus, o que atenta contra as Escrituras e contra a razão simples
.2.6.4 Jesus orou em pé na entrada do sepulcro de Lázaro. O rei Ezequias orou deitado em sua cama e estas orações obtiveram respostas imediatas da parte de Deus.
2.6.5 Entendemos equivocada a tentativa de sustentar a idéia de que a oração correta é somente a feita de joelhos baseada no trecho Bíblico de Filipenses 2:10:
“Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho”
.Entendemos que tal trecho se refere ao domínio mundial que Jesus exercerá quando da sua segunda vinda. Nesta ocasião as criaturas não mais dobrarão os joelhos por sua livre vontade, mas dobrarão pela imposição do Senhor dos Senhores e Rei dos Reis.
Ref.: (Mt. 21:22 – Mc. 11:24 – Jo. 14:13 – Jo. 16:23 – Jo. 11:41-42 – II Rs.20:1-5 – Fp. 2:10).

2.7 SOBRE A MULHER NA IGREJA:
2.7.1 Cremos num Deus Todo-amoroso, que não cogita fazer acepção de pessoas. Todos os que crêem em Jesus são feitos filhos de Deus e membros do corpo de Cristo. Nisto não há diferença de sexo, raça ou posição social. Há uma promessa nas Escrituras de que Deus, através do Espírito Santo revestiria Sua Igreja de dons espirituais para que a mesma fosse edificada. Ora, se a mulher também faz parte do corpo de Cristo por meio da fé, não é razoável aceitar que sua participação neste corpo seja restrita e limitada, visto que os mesmos dons estão a sua disposição.
2.7.2 As Escrituras dão exemplo de mulheres que exerceram diversos trabalhos, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
2.7.3 Alguns textos bíblicos devem ser tratados com especialidade, como os que ordenam o silêncio da mulher no culto público. Deve-se levar em consideração a questão cultural de tais trechos, pois se passam em circunstâncias da história onde as mulheres não possuíam a menor possibilidade de participação na sociedade da época, sendo até mesmo punidas com severidade por seus maridos caso fossem vistas falando em público. Diante da nítida diferença social em nossos tempos nesta questão, entendemos que as mulheres hoje podem ser extremamente úteis em todas as áreas do serviço cristão.
2.7.4 Ao defender que a mulher fique calada na igreja, é preciso aplicar a regra ao menos com coerência, proibindo-a de dar testemunhos, fazer orações ou qualquer atividade pública. Porém, esse procedimento fere a Deus, as Escrituras e a Constituição de nosso país.
2.7.5 Cristo como cabeça da Igreja, divide autoridade com cada um de seus membros, dando-lhes direito de exercer o reino e o sacerdócio. O homem, como cabeça da mulher não deve enxergar dificuldades em dividir com ela a responsabilidade de dirigir a casa, a educação dos filhos, nem mesmo as tarefas e cuidados com a igreja física.
2.7.6 Deus não deu ao homem uma escrava. Deu-lhe uma ajudadora idônea.
Ref.: (Dt. 10:17b – I Co. 12:27 – Ef. 4:8 – Jz. 4:4 – I Co. 16:19b – I Co. 14:34 – I Tm. 2:11-12 – Gn. 2:18b).

2.8 SOBRE BEBIDAS ALCOÓLICAS:

2.8.1 Cremos ser o álcool uma grande e poderosa arma usada por Satanás contra a vida humana.

2.8.2 Não há relatos na Bíblia e nem na história de sucessos obtidos sob a influência do álcool. Do contrário, a Bíblia e a história estão repletas de fatos que evidenciam os grandes prejuízos causados pelo seu consumo excessivo.

2.8.3 Assim, uma organização chamada cristã não pode abrir concessões quanto ao uso de bebidas alcoólicas por seus membros, muito menos por sua liderança.
Ref.: (Lv. 10:9 – Pv. 20:1 – Is. 5:11 e 22 – I Tm. 3:3a – Tt:1:7).

2.9 SOBRE O JEJUM:
2.9.1 Cremos na prática do jejum. Jesus nos ensinou que a abstinência de comida é uma ferramenta a ser utilizada pelo crente em sua vida espiritual, desde que não seja praticada para vanglória, expressão de falsa humildade ou desejo de expressar alguma santidade aparente.
2.9.2 Jesus disse também que certas castas de demônios só podem ser expelidas com jejum e oração. Assim, a abstenção de comida deve ser aliada a comunhão íntima com Deus, através da leitura da Palavra, orações e cânticos.
2.9.3 A palavra de Deus menciona também que o casal pode deliberar voluntariamente a abstinência sexual por algum período de tempo para se aplicarao jejum e a oração, ajuntando-se outra vez, para não cair na tentação do inimigo.2.9.4 Nesta questão, desaprovamos quaisquer excessos que possam vir a comprometer a saúde do indivíduo, física, psicológica ou conjugal.
Ref.: (Sl 35:13 – Ed. 8:21 – Ne. 9:1 – Dn. 9:3 – Mt. 17:21 – Mc. 9:29 – At.13:3 – I Co. 7:5 – Mt. 4:2 – Mt. 6:16-18).

2.10 SOBRE O OFÍCIO E O SUSTENTO PASTORAL:

2.10.1 Cremos que em todo tempo da história da Igreja, Deus tem instituído homens e mulheres para cuidar do Seu rebanho.

2.10.2 Através das Escrituras, entendemos ser legítimo que os líderes da Igreja sejam integralmente sustentados por ela, conforme nos ensinou Paulo em sua primeira carta à igreja de Corinto, e o próprio Senhor Jesus, no Evangelho segundo Mateus, para que assim possam exercer um trabalho digno, com toda fidelidade e dedicação, amor às ovelhas e cuidado integral, com total comprometimento com a Obra do Senhor, não se ocupando de mais nada além do povo de Deus.

2.10.3 Com esta medida também se evita que o líder incorra em tentação diante de possíveis necessidades financeiras e materiais, lançando mão do fruto exclusivamente separado para a manutenção da Igreja.

2.10.4 Entendemos que os termos: Pastor, Ancião, Presbítero, Bispo,Reverendo etc, são semelhantes entre si, sendo adotados por cada denominação o que mais lhe agrada.
Ref.: (Mt. 10:9-11 – I Co. 9 – Mc. 6:8-10 – Lc. 9:2-4 – Ef. 4:11 – Hb. 13:17).Obs: Luis Francescon (fundador da CCB) menciona em seu diário, que deixou seu trabalho material para se dedicar integralmente à obra de Deus. Fonte: Histórico da Obra de Deus - CCB.

17
2.11 SOBRE A ORDENAÇÃO DE NOVOS OBREIROS:

2.11.1 Cremos ser o próprio Deus, através do Espírito Santo, quem chama homens e mulheres para o ministério nas igrejas. Aqueles a quem chama, dá os dons necessários para que o trabalho seja realizado conforme sua santa e perfeita vontade.

2.11.2 Cremos também que o irmão, achando-se chamado ao ministério,tem o direito de manifestar aos líderes essa vontade, conforme nos diz a Palavrade Deus:
“Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”

.2.11.3 Nessa escolha, Deus não leva em consideração o sexo, a raça, aposição social ou a linhagem familiar do escolhido. Deus não aceita aparência de homens. Porém algumas qualidades prévias são claramente exigidas pela Palavra de Deus: Irrepreensível, Marido de uma mulher, Vigilante, Sóbrio,Honesto, Hospitaleiro, Apto para ensinar, Não dado ao vinho, Não espancador,Não cobiçoso de torpe ganância, Moderado, Não contencioso, Não avarento, Bom governador de sua casa, Não neófito (novo convertido).

2.11.4 Assim, acreditamos que a indicação de parentes para cargos e ministérios numa denominação sem que esses tenham sido efetivamente chamados e capacitados pelo próprio Senhor, torna-se algo imoral e vergonhoso.Até mesmo os ímpios entendem que esta prática pode contribuir para desvios de conduta. Muito mais a Igreja de Cristo deve se guardar desta nódoa.
Ref.: (Ef. 4:11 – 1Sm. 16:7 – Gl. 2:6a – I Tm 3:1-7).
2.12 SOBRE O DÍZIMO:
2.12.1 Cremos ser o dízimo uma ferramenta aprovada por Deus para a manutenção física da Igreja. Muito antes da Lei, Abraão dizimou ao Senhor. Assim também fizeram os demais patriarcas. Ora, sendo Abraão chamado pelas Escrituras de “pai dos crentes”, é lícito assim que o cristão seja dizimista, como ofoi Abraão. Através do dízimo, o cristão declara sua gratidão a Deus pela provisão,e expressa também um compromisso com a Obra de Deus.
2.12.2 Entendemos também que além dos dízimos, devem ser praticadas pelo cristão ofertas voluntárias para fins diversos na Igreja bem como coletas, para o socorro dos pobres e desfavorecidos.
2.12.3 Ressaltamos que essa prática em nada implica positiva ou negativamente na salvação do indivíduo, pois esta se dá exclusivamente pela
Graça de Deus, jamais por alguma obra da carne. Assim, não condenam os cristãos que abriram mão da prática do dízimo, desde que mantenham consciência da necessidade de comprometimento financeiro com a Obra do Senhor. Também que fujam da avareza e sejam liberais no tocante a dar e receber. Que fique assim a critério de cada liderança estabelecer ou não a prática do dízimo.

2.12.4 Uma das grandes mentiras de Satanás em nosso tempo é convenceras pessoas de que igrejas são negócios, e que seus líderes aproveitam-se da fé alheia para enriquecer. Satanás sabe que seu fim está próximo, por isso luta para que a Igreja do Senhor não avance. Uma Igreja com grandes recursos financeiros é uma Igreja com capacidade muito maior para atingir vidas com o Evangelho de Cristo. Ao contrário, uma igreja com poucos recursos, fica limitada em seu trabalho.

Ref.: (Gn. 14:20 – Gn. 28:22 – Ml. 3:10 – Mt. 23:23 – Hb 7:1-Cool.

2.13 SOBRE EVANGELISMO E MISSÕES:
2.13.1 Cremos que todo cristão é chamado para o evangelismo. Jesus incumbiu a todos os seus discípulos que pregassem as boas novas a toda criatura.
2.13.2 Não há respaldo bíblico para o ensinamento de que Deus enviará os pecadores a uma igreja para que sejam salvos.
2.13.3 A fé vem pelo ouvir, o ouvir a Palavra de Deus. Mas como os homens ouvirão, se não há quem pregue?, como pregarão se não forem enviados?.
2.13.4 Jesus, nos três anos de Seu ministério pregou incessantemente,utilizando-se de sinagogas, casas e praças públicas. Ao nos converter ao Evangelho, Ele nos dá uma incumbência chamada “ministério da reconciliação”,onde todos os crentes devem se comprometer em anunciar a Obra de Jesus, que reconcilia os homens com Deus.
2.13.5 Cremos na necessidade imperiosa e urgente de que o maior número possível de pessoas conheçam o Evangelho. A Igreja deve ser cônscia da sua responsabilidade em enviar e sustentar dignamente missionários para esta finalidade, dando assim cumprimento ao “IDE“ de Jesus.
2.13.6 Reconhecemos também como válidas o uso de todas as formas de mídias para propagação do Evangelho.

2.13.7 Entendemos que a Igreja deve se preocupar com o ser humano em todas as áreas da sua vida quer seja espiritual, material, psicológica ou física. A Igreja deve se envolver com a comunidade onde está inserida para que possa ter um maior poder evangelístico. Conforme nos ensina as Escrituras:
“Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo”.Ref.: (Mt. 28:19 – Mc. 16:15 – Rm. 10:14-17 – II Co. 5:18 – At. 2:47

CONCLUSÃO:

Teríamos ainda muitos outros pontos a considerar, porém nos limitamos a estes, por entendermos que já nos fizemos compreendidos.Não é de nossa plena satisfação tal ato, dado as incontáveis bênçãos recebidas de Deus na CCB, bem como a comunhão que mantivemos com nossos irmãos durante os muitos anos de nossa freqüência.Mas como citamos na apresentação, não podemos trair nossa consciência,pois a mesma é cativa a Palavra de Deus.Nossa oração é que esta confissão traga frutos de reflexão, e que os irmãos realmente comprometidos com esta obra de Deus possam rever conceitos e práticas.Não consideramos as interpretações aqui expressadas, a última palavra em matéria de fé, estaremos sempre abertos ao diálogo. Reservamo-nos também o direito de mudar de opinião, sempre que for provado pela Palavra de Deus e pela razão que estamos equivocados.Por força do exposto acima, abrimos mão de todos os direitos a nós concedidos nesta instituição durante o tempo em que nela comungamos como membros.Também nos fazemos livres de quaisquer obrigações, votos ou juramentos aos quais venhamos a ter nos submetidos durante esse período.Manifestamos aqui toda nossa gratidão pelos esforços por nós realizados pela CCB e desejamos que o Senhor vos recompense com toda sorte de bênçãos espirituais.Finalmente, entendemos que com este ato, estamos realizando um serviço para o qual fomos chamados por Deus já há alguns anos. A Ele tributamos toda honra, gloria, louvor, poder e adoração, pelos séculos dos séculos. Amem.Filipenses 4:7 – “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento,guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus”

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Re: Confissão de Desligamento

Mensagem  BadMix em Seg Maio 06, 2013 6:04 am

Uma tragédia!
Digo isto porque preferia ter estes irmãos do "nosso" lado, mas compreendo o motivo de terem seguido um caminho diferente.

Deus os abençoe e que continuem a orar pela Congregação Cristã, pois mais do que nunca o precisamos.

Bençãos de Deus,
Vitor, CC em Portugal.

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Re: Confissão de Desligamento

Mensagem  "Ekklésia Christiana" em Seg Maio 06, 2013 4:55 pm


Saudações cristãs,

Irmão Márcio, prezado



Nossa política administrativa prevê que documentos e afins (cartas, circulares, reinvindicações expressas) estejam devidamente assinados e/ou tragam consigo os nomes dos referidos autores.

Caso contrário, devemos proceder à remoção do conteúdo.


Atenciosamente,

Irmão Ednelson / co-administrador.

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Confissão e Desligamento

Mensagem  marcio ferreira em Seg Maio 06, 2013 6:29 pm


Irmão Ednelson,


A paz,eu expus a carta porém quis preservar os irmãos que tomaram tal decisão porém pensando bem vejo que não há motivo de eu oculta o site que eu obtive este documento que coloquei no site e um outro também,peço que não entenda que eu queira criar polêmicas com alguns documentos que eu encontro na internet mas discutir e analizar e avaliar o porque a doutrina mposta na ccb está sendo queionada quando aquele passa a ler a bíblia com maior frequência .



O site de onde obtive os documentos encontra- se abaixo,com a assinatura dos irmãos.

http://pt.scribd.com/doc/24959867/Confissao-e-Desligamento-da-CCB

marcio ferreira

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desligamento da ccb

Mensagem   em Ter Maio 07, 2013 7:39 pm

aPaz de DEUS.


eagora aonde irao congregar esses irmaos????sera que vao encontrar uma igreja dosmoldes que eles procuram????


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Re: Confissão de Desligamento

Mensagem  "Ekklésia Christiana" em Qui Maio 09, 2013 11:02 am


Saudações cristãs,

Irmão Márcio, prezado
...


Conforme supunha, a referida "carta de desligamento" diz respeito a um diminuto grupo (um quarteto), cujos apelos fizeram-se manifestar já em meados de 2000 - sendo a ruptura formalizada em 2006.

As reivindicações expressas não fogem ao corriqueiro, tendo sido apreciadas tanto pela congregação local (Jd. Guarani), quanto por sua sede setorial (Freguesia do Ó).

Segundo consta, todos os argumentos elencados foram classificados como destituídos de qualquer relevância ou procedência hermenêutica, sendo os autores relegados à exclusão.


Atenciosamente,

"Em Caridade"

Irmão Ednelson

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Re: Confissão de Desligamento

Mensagem  BadMix em Qui Maio 09, 2013 11:24 am

Irmão Ednelson,
Ainda bem que Deus é maior do que a teimosia do Homem, porque essa dos argumentos apresentados não possuírem procedência hermenêutica...
De volta à oração.

Deus o abençoe,
Vitor, CC em Portugal

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O Perigo da Literaturas Estranhas

Mensagem  Alluft Brasil em Qui Maio 09, 2013 5:29 pm

Concordo plenamente com a completa ausência de fundamentos nos argumentos apresentados por esse grupo de papagaios; não foge a retorica dos estudos ditos teológicos que existem por aí; cuja hipocrisia farisaica beira a insanidade mental; contraditos e confusos entre sí; não buscam fazer aquilo que pregam; não tem o ESPIRITO; a estes tais devemos tapar a boca pois se fosse assim já teriam deixado a faculdade de teologia, e Cristo já teria te ensinado tudo o que lhes precisa saber. Não veem, se Cristo pode ensinar a caminhar pelas veredas do amor e da justiça, para quê escolas de teologia? Acaso o crente não conversa com Cristo e Cristo não conversa contigo? Então para quê ler livros de homens, se podeis pode falar diretamente com Aquele de quem esses homens estão tentando falar em seus livros e seminários? É com Cristo mesmo com que falas?, porque se fosse, entenderia que Nele está toda a fonte da sabedoria, logo; não iria buscar escolas e desprezar o que o Mestre dos Mestres te ensina em oculto. São esses "doutores da lei" que crucificaram a Cristo. Pt saudações!

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Re: Confissão de Desligamento

Mensagem  BadMix em Qui Maio 09, 2013 6:52 pm

Irmão Alluft,
Eu não vejo na carta de desligamento destes nossos Irmãos qualquer citação a livros de Teologia, mas vejo, isso sim, todos os pontos mencionados devidamente justificados por versículos Bíblicos.

Nunca percebi este sentimento contra pessoas que gostam de estudar Teologia, como se isso fosse uma coisa má. Felizmente para nós, Cristãos, aquele que escreveu metade do novo Testamento estudou Teologia aos pés de Gamaliel, grande professor das escrituras, e (provavelmente) neto daquele que é considerado o maior Rabi da história de Israel, Hilel "o Ancião", de quem o professor de Saulo terá recebido a sua formação teológica..

1 Pedro 3:15 diz-nos o seguinte:
"Antes santificai a Cristo, como Senhor, nos vossos corações; e estai sempre preparados para responder, com mansidão e temor, a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós;"

Toda a gente é contra o estudo da Teologia até eu fazer uma simples pergunta, à qual normalmente não me sabem responder: "Qual é a mensagem do Evangelho?"
Se alguém se diz Cristão e não sabe responder a esta simples pergunta, está completamente enganado e necessita urgentemente de ESTUDAR as escrituras.

Porque se alguém pensa que basta chamar Jesus de Senhor e andar a fazer orações para obrar maravilhas, é porque nunca leu
"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do meu Pai que está nos céus." em Mateus 7:21

Ora, como saberemos a vontade do Pai se não nos dedicarmos com afinco ao estudo das Escrituras, que d´Ele testificam?
Pois...

Deus a todos abençoe,
Vitor, CC em Portugal.

BadMix

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Re: Confissão de Desligamento

Mensagem  Alluft Brasil em Qui Maio 09, 2013 8:50 pm

Irmão Bad; devido a distancia oceânica em que estamos por certo teremos que cuidar para contextualizarmos melhor para podermos chegar a um bom entendimento daquilo que falamos e tratamos.
Foco nos resultados praticos; e nisso vemos que aquele conhecimento teológico dos fariseus e doutores da lei os fez cheios de sí mesmos e não conheceram ser Cristo o Messias; tanto que o crucificaram!!! Todavia Pedro sendo homem humilde e NÃO estudante de teologia afirmou com convicção: Mateus 16:16: "E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo." (ALELUIA)!
Como dizes: "se não estudar teologia não seremos cristãos" Ora irmão como podes ver aqui ocorreu o contrario da sua conjectura: Os doutores da Lei mataram o Senhor e o indouto confessou-o com a sua boca sendo assim justificado!!! Vês agora a diferença?

Assim; Caro, sugiro analisar minha resposta a outro internauta pertencente a uma denominação que se crê no estudo sistêmico das escrituras:

Embora a Teologia tenha em suas raízes um bom objetivo, se encontra todavia passível de fazer exatamente o contrário do que propõe, que é o de fornecer maior conhecimento sobre as coisas de Deus.

Na verdade, se não vigiarmos, estaremos:

- Pretendendo colocar Deus na lâmina de um mísero microscópio, como se Ele não fosse maior que todas as coisas e que coubesse no tal microscópio;

- Fazendo com que nossa complicada filosofia humana se sobreponha à verdade simples que está contida na Palavra de Deus, exatamente essa que o Espírito vem diariamente vivificar;

- Submetendo-nos aos ensinamentos ditados por homens intitulados "doutores" segundo o seu particular entendimento;

- Transformando a Palavra escrita numa "receita de bolo", como se fosse novamente aquele estatuto manipulado pelos homens, o qual o Cristo veio anular.
Veja-se que Ele não anulou a verdadeira Lei de Deus, mas a sim a parte da lei mosaica que foi modificada pelos homens;

- Tirando de nós e daqueles que nos seguem a alegria natural e a espontaneidade de servir a Deus "de todo o nosso coração e de todo o nosso entendimento";

É realmente bom e salutar conhecer melhor as escrituras, procurar entender a Vontade de Deus.

No entanto, na maioria das vezes, e maiormente se estivermos estudando a Teologia dentro do ambiente de uma igreja, fatalmente seremos levados pelos meandros filosóficos daquela organização religiosa em particular, ficando presos à sua própria ótica, debaixo de sua doutrina específica, e talvez perdendo um tempo precioso, enganando-nos e conduzindo a nossos irmãos através desse mesmo engano.

Devo acrescentar que isso que estou afirmando é uma possibilidade real, e não que isso ocorra em todos os casos, ou que estudar a Teologia seja totalmente"errado".
Contudo, de todo o nosso entendimento, temos de separar o joio do trigo no momento oportuno, pois nossos seminários estão nos ensinando a cobrar o dízimo com base em Malaquias 3.10 e Mateus 23.23 ou seja, simplesmente arranjando justificativas supostamente bíblicas para o nosso ganha-pão como "pastores" ou coisa que o valha.
Portanto, todo o cuidado é pouco.

O RESULTADO DESSE ESTUDO TEOLÓGICO É IR ATRÁS DE OUTROS DEUSES (TEORIAS DE HOMENS) É A CONFUSÃO DA DOUTRINA É O AFASTAMENTO CADA VEZ MAIOR DAS SAGRADAS ESCRITURAS; VEJA ESSE EXEMPLO CLARO EM UMA IGREJA TRADICIONAL A A$$EMBLEIA:

Cristo morreu e ressuscitou a mais de dois mil anos, completamos cem anos, estamos em plena Graça, porém não progredimos, temos no bojo doutrinário da Assembléia de Deus, a doutrina arcaica do dízimo da Lei Mosaica, temos a apresentação de crianças na Igreja, outro preceito da Lei Mosaica, temos a doutrina do salário do clero, temos a Pastorlatria/Idolatria, ou seja, o culto de ação de graças aos pastores, comemoramos o natal idólatra e as festas juninas, temos a política partidária no seio da Igreja (EU DISSE NO SEIO), onde na época de eleições, os púlpitos assembleianos se transformam em verdadeiros palanques políticos. Nas livrarias da CPAD e outras, existe um espaço reservado às seitas e heresias, são literatura$$$ e mais literatura$$$ dos ungido$$$ do Senhor, falando mal de outros grupos. Estamos olhando o argueiro dos olhos dos outros, sem tirar a trave dos nossos olhos, pois existem grupos que chamamos de seitas, que não têm a doutrina do dízimo, seus ministros não são assalariados pela Igreja, não apresentam crianças na Igreja, não misturam politicagem com Igreja, não comemoram natal e nem festas juninas, e não cometam essa patifaria de transformar o evangelho de Cristo em mais uma forma de comercio com estrategias de marketing e tudo o mais. etc..

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Re: Confissão de Desligamento

Mensagem  Alluft Brasil em Qui Maio 09, 2013 8:51 pm

Irmão Bad; devido a distancia oceânica em que estamos por certo teremos que cuidar para contextualizarmos melhor para podermos chegar a um bom entendimento daquilo que falamos e tratamos.
Foco nos resultados praticos; e nisso vemos que aquele conhecimento teológico dos fariseus e doutores da lei os fez cheios de sí mesmos e não conheceram ser Cristo o Messias; tanto que o crucificaram!!! Todavia Pedro sendo homem humilde e NÃO estudante de teologia afirmou com convicção: Mateus 16:16: "E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo." (ALELUIA)!
Como dizes: "se não estudar teologia não seremos cristãos" Ora irmão como podes ver aqui ocorreu o contrario da sua conjectura: Os doutores da Lei mataram o Senhor e o indouto confessou-o com a sua boca sendo assim justificado!!! Vês agora a diferença?

Assim; Caro, sugiro analisar minha resposta a outro internauta pertencente a uma denominação que se crê no estudo sistêmico das escrituras:

Embora a Teologia tenha em suas raízes um bom objetivo, se encontra todavia passível de fazer exatamente o contrário do que propõe, que é o de fornecer maior conhecimento sobre as coisas de Deus.

Na verdade, se não vigiarmos, estaremos:

- Pretendendo colocar Deus na lâmina de um mísero microscópio, como se Ele não fosse maior que todas as coisas e que coubesse no tal microscópio;

- Fazendo com que nossa complicada filosofia humana se sobreponha à verdade simples que está contida na Palavra de Deus, exatamente essa que o Espírito vem diariamente vivificar;

- Submetendo-nos aos ensinamentos ditados por homens intitulados "doutores" segundo o seu particular entendimento;

- Transformando a Palavra escrita numa "receita de bolo", como se fosse novamente aquele estatuto manipulado pelos homens, o qual o Cristo veio anular.
Veja-se que Ele não anulou a verdadeira Lei de Deus, mas a sim a parte da lei mosaica que foi modificada pelos homens;

- Tirando de nós e daqueles que nos seguem a alegria natural e a espontaneidade de servir a Deus "de todo o nosso coração e de todo o nosso entendimento";

É realmente bom e salutar conhecer melhor as escrituras, procurar entender a Vontade de Deus.

No entanto, na maioria das vezes, e maiormente se estivermos estudando a Teologia dentro do ambiente de uma igreja, fatalmente seremos levados pelos meandros filosóficos daquela organização religiosa em particular, ficando presos à sua própria ótica, debaixo de sua doutrina específica, e talvez perdendo um tempo precioso, enganando-nos e conduzindo a nossos irmãos através desse mesmo engano.

Devo acrescentar que isso que estou afirmando é uma possibilidade real, e não que isso ocorra em todos os casos, ou que estudar a Teologia seja totalmente"errado".
Contudo, de todo o nosso entendimento, temos de separar o joio do trigo no momento oportuno, pois nossos seminários estão nos ensinando a cobrar o dízimo com base em Malaquias 3.10 e Mateus 23.23 ou seja, simplesmente arranjando justificativas supostamente bíblicas para o nosso ganha-pão como "pastores" ou coisa que o valha.
Portanto, todo o cuidado é pouco.

O RESULTADO DESSE ESTUDO TEOLÓGICO É IR ATRÁS DE OUTROS DEUSES (TEORIAS DE HOMENS) É A CONFUSÃO DA DOUTRINA É O AFASTAMENTO CADA VEZ MAIOR DAS SAGRADAS ESCRITURAS; VEJA ESSE EXEMPLO CLARO EM UMA IGREJA TRADICIONAL A A$$EMBLEIA:

Cristo morreu e ressuscitou a mais de dois mil anos, completamos cem anos, estamos em plena Graça, porém não progredimos, temos no bojo doutrinário da Assembléia de Deus, a doutrina arcaica do dízimo da Lei Mosaica, temos a apresentação de crianças na Igreja, outro preceito da Lei Mosaica, temos a doutrina do salário do clero, temos a Pastorlatria/Idolatria, ou seja, o culto de ação de graças aos pastores, comemoramos o natal idólatra e as festas juninas, temos a política partidária no seio da Igreja (EU DISSE NO SEIO), onde na época de eleições, os púlpitos assembleianos se transformam em verdadeiros palanques políticos. Nas livrarias da CPAD e outras, existe um espaço reservado às seitas e heresias, são literatura$$$ e mais literatura$$$ dos ungido$$$ do Senhor, falando mal de outros grupos. Estamos olhando o argueiro dos olhos dos outros, sem tirar a trave dos nossos olhos, pois existem grupos que chamamos de seitas, que não têm a doutrina do dízimo, seus ministros não são assalariados pela Igreja, não apresentam crianças na Igreja, não misturam politicagem com Igreja, não comemoram natal e nem festas juninas, e não cometam essa patifaria de transformar o evangelho de Cristo em mais uma forma de comercio com estrategias de marketing e tudo o mais. etc..

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AINDA SOBRE O TEMA ESTUDAR A BIBLIA

Mensagem  Alluft Brasil em Qui Maio 09, 2013 8:53 pm

ALEGAÇÃO: A CCB É CONTRA O ESTUDO DA BÍBLIA.
Resposta: Em se tratando da Palavra de Deus, "estudo" e "exame" não são
palavras sinônimas. Vejamos: Assim como nos tempos primitivos, nossos irmãos
são livres para estudar. E também, como naquele tempo, Deus não faz acepção
de pessoas para usar no ministério da Palavra. Assim temos anciães estudados
e temos também anciães de pouco estudo, igualzinho nos tempos de Pedro
(indouto) e Paulo (douto). Nunca reprovamos o fato de alguém estudar, pois a
Igreja também necessita deles para administrar o patrimônio material da
Congregação, para traduzir as letras dos hinos e outros textos para as
diversas nações etc.
Agora, quanto a estudar a Bíblia, não usamos tal expressão. Dizemos:
examinar as Escrituras. Aquele que estuda um texto, lança sobre ele o seu
entendimento, procurando dissecá-lo. De fato não fazemos assim. Debaixo do
Espírito Santo da Graça, a Palavra de Deus se torna viva e, reverentes, a
examinamos para dela receber a luz, nos revelando a vontade de Deus para as
nossas vidas, como fonte inesgotável, que jamais podemos dissecar. Por isso,
ela é sempre nova. Não existe lição passada, como também não existem
professores e alunos, mas apenas aprendizes de um único Mestre. Nosso Senhor
Jesus Cristo. O Verbo "estudar" não é aplicado na doutrina bíblica senão
para nos alertar que o "muito estudar é enfado da carne" (Ecl. 12:12) - isto
para coisas materiais, enquanto o examinar as Escrituras é desfruto do
espírito. Os famosos "estudos bíblicos" produziram a grande diversidade de
Igrejas existentes, com divergências enormes (Testemunhas de Jeová,
Adventista do 7o Dia, Assembléia de Deus, Quadrangular, Presbiteriana,
Mórmons, etc). Uns, estudando a Bíblia, acham que os dons cessaram. Outros,
estudando a mesma Bíblia, acham que os dons permanecem. Uns, estudando a
Bíblia, acreditam que se deve guardar o Sábado, outros o Domingo, e outros
nenhum dia. Por outro lado, se todos tivessem a mente de Cristo ( I Co.
2:16), então viriam para um mesmo aprisco e se tornariam um só rebanho para
um único Pastor, seguindo uma única doutrina. Entendeu a diferença?
Observe o seguinte: Quando alguém lê um "estudo bíblico", não está
examinando as Escrituras, mas apenas absorvendo a interpretação daquele que
o escreveu. Muitas pessoas passam a vida inteira lendo esses "estudos
bíblicos", muitas vezes contraditórios entre si, perdendo o tempo precioso
de desfrutar diretamente na Palavra de Deus, o verdadeiro alimento para
nossas almas e luz para os nossos caminhos. Por que beber água pelas mão dos
outros, quando temos diante de nós a Fonte? A Bíblia é a única fonte que
realmente sacia nossas almas e nos conduz à vida eterna.
Os versículos citados por V.Sª (Jo 5.39; I Tm 4.13; II Tm 4.13; II Tm 2.15;
Sl 1.2; Is 34. 16) não reprova nossa posição, mas a estabelece. Se o estudo
bíblico dependesse de nosso intelecto, as pessoas mais simples teriam maior
dificuldade em entender o plano de salvação. Na prática, no entanto, ocorre
o contrário, fato confirmado pela própria Bíblia: I Co 1.19-30 ; I Co
2.1161. "Aquele que gloria, glorie-se no Senhor" (I Co 1.31).
Que fique bem claro: nunca ensinamos que a Bíblia não deve ser lida e
examinada. Pelo contrário, sua leitura deve ser constante para alimento de
nossas almas, não meramente para uma demonstração de sabedoria humana. Como
já afirmado, não lançamos o nosso intelecto (ou de alguém) para entendê-la.
Se a nós falta alguma sabedoria, pedimos a Deus, conforme recomenda a
Palavra de Deus (Tiago 1.5-6). A resposta Deus nos dá conforme lhe apraz.
Ainda nesse assunto, parece-me que V.Sª, tal como outros estudiosos,
reprova-nos pelo fato de afirmarmos que o Espírito Santo nos ensinará o que
se deve dizer (Lucas 12.12; João 14:16-17). Isso não se trata de "velho e
costumeiro jargão", com diz V.Sª, mas a Palavra de Deus tal como ela é.
Embora o contexto aponte para uma situação específica nas horas de
tribulações, não se pode restringir os dons somente para essas ocasiões. Se
assim fosse, quem nunca se deparou com uma situação dessa, o Espírito Santo
não ensinaria essa pessoa?
Embora V.Sª esteja com a razão de que o contexto aponte uma situação
específica, acaba errando num outro ponto: a exegese bíblica, que aliás foi
recomendada por V.Sª, porém não observada na passagem em questão, aponta
também para outras situações. É evidente, pelo contexto bíblico, de que essa
atuação do Espírito Santo não se prende, com exclusividade, nessa única
situação diante dos tribunais. Se diante dos magistrados, o crente deve se
manifestar sob total inspiração do Espírito Santo, visando aplicar-lhes um
alimento sólido, com demonstração do poder de Deus, seria diferente com os
crentes e demais ouvintes da Palavra de Deus? Somente ao magistrado e aos
governantes reserva-se o "BOM VINHO" (pronunciação inspirada)? Para a
igreja é reservada o "VINHO INFERIOR" (sabedoria humana)? Diante desse
quadro, segue-se uma série de questionamentos: a) seria coerente afirmar que
diante dos crentes e ouvintes da Palavra de Deus, o pregador deve abandonar
a inspiração por não estar diante dos magistrados?; b) Nesse caso, a
pregação feita através do estudo prévio da mensagem, tem um efeito igual a
uma mensagem pregada sob inspiração?; c) Se a resposta for positiva,
pergunta-se, ainda: se é igual, então por que diante dos magistrados Jesus
recomendou que se deve abrir a boca sob inspiração e não de outra forma?; d)
Se a resposta for negativa, ou seja, que é diferente a pronunciação feita
com base em estudos e a feita sob inspiração momentânea, pergunta-se,
também: qual pronunciação é a mais eficaz?; d) Se a resposta for que é a
inspirada, então por que não usá-la em todas as situações?; e) Acredito que
V.Sª não compartilha da idéia de que a pronunciação inspirada seja inferior
à praticada pelos estudos. Se assim pensa, aí sim estaremos diante de uma
verdadeira heresia. Caso concorde que a pronunciação feita com base nos
estudos é superior à inspirada, pergunta-se, finalmente: por que Jesus não
recomendou esse tipo de pregação diante dos magistrados?

CONCLUSÃO ÓBVIA: não se pode negar que a pregação mais eficaz é aquela
recomendada por Jesus em Mat. 10:19-20, etc, uma vez que surtiria efeito ATÉ
MESMO DIANTE DOS MAGISTRADOS E AUTORIDADES, normalmente pessoas frias em se
tratando de questões espirituais. Se a eles os servos devem direcionar
palavras inspiradas, a Bíblia nada diz que deve ser de forma diferente
quando direcionadas à igreja, aos crentes e aos ouvintes da Palavra de Deus
de uma maneira geral. Afinal, biblicamente falando, não se concebe que a
sabedoria humana sobreponha à inspiração divina quando a palavra é
direcionada aos crentes. Afinal, somente o Espírito é que nos deve guiar em
toda a verdade. Só assim haverá fruto.
FONTE: Resposta do Diácono CCB ao Pastor Evngelico

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Re: Confissão de Desligamento

Mensagem  BadMix em Sex Maio 10, 2013 4:59 am

Irmão Alluft,
Deixe ver se eu percebi o seu raciocínio...

O irmão está a argumentar que Deus é como o Super-Homem e um curso de teologia é como a Kryptonite? Portanto Deus revela a sua vontade na pregação do Seu servo que não tem curso de Teologia, mas o que tem curso de Teologia não é "afectado" pela vontade de Deus?

Percebi bem?

Irmão, vou-lhe dar um exemplo claro daquilo que eu acho quanto a este assunto:
Se eu for a um Hospital para ser sujeito a uma intervenção cirúrgica e puder escolher entre um médico cirurgião com os seus 12 anos de estudo e outros tantos de prática OU um auxiliar de limpeza que está a trabalhar no hospital no seu primeiro dia, ambos Cristãos Evangélicos e debaixo da guia de Deus e tementes à Sua palavra, eu prefiro o médico cirurgião para me operar. E o irmão, quem escolheria?

Isto de apontar o dedo a outras denominações buscando nelas erros de posicionamento doutrinal é muito conveniente. Já o apontarmos o dedo à nossa própria Igreja é algo impensável, certo?
Se o irmão tirar os óculos denominacionais e ler sem qualquer tipo de preconceito a carta de desligamento dos irmãos citados na primeira mensagem deste tópico, rapidamente perceberia que uma doutrina biblicamente saudável é coisa que infelizmente não existe na CC, e que temos mais motivo para temer o julgamento de Deus do que propriamente nos gloriarmos na Sua Graça.

Sabe irmão, eu sou membro da Congregação Cristã há mais de 10 anos, mas Cristão há pouco menos de 4. Sou Cristão porque me sentia vazio na CC e comecei a procurar outro sustento, e fi-lo buscando 2 coisas: Pregações teologicamente saudáveis por pessoas que estudam e dão formação de Teologia (Augustus Nicodemos Lopes, John MacArthur, Allister Beg, David Platt, John Piper, Mark Driscoll, Matt Chandler, DA Carson, RC Sproul, Ravi Zacharias, Willian Lane Craig, Paul Washer, Francis Chan, etc, etc, etc) e também lendo o máximo possível sobre Teologia Sistemática e suas ramificações.

Hoje, graças a Deus, compreendo a razão da minha fé e sei explica-la, sei quem é Deus, sei quem sou, de onde venho, para onde vou e qual o meu propósito como Ser Humano, consigo explicar a Trindade, sei como me posso salvar, sei explicar o que é o Evangelho, conheço a história da Igreja, consigo explicar o que nos diferencia da Igreja Ortodoxo e Católica, sei fazer apologia para os Testemunhas de Jeová, Mórmons, Muçulmanos, etc, consigo debater com ateístas coisas como a origem da Moral e a formação do Universo (coisas que os obrigam a considerar hipóteses transcendentes, as quais só são explicadas por: Deus), e ao mesmo tempo sei que sou um pecador inveterado, que Jesus é o criador de todas as coisas, que é o autor e consumador da minha salvação e que n´Ele eu tenho completa confiança e descanso quanto à minha salvação. Sabe qual é o resultado deste meu conhecimento extra-CC?
Não sou nem presunçoso nem deprimido, duas consequências claras de quem prega a sua Teologia usando a fórmula Jesus + qualquer coisa. E acredite meu irmão, sendo eu membro da Administração desta Igreja e irmão na fé de muitas pessoas, sei exactamente ao que me refiro.

A depressão é causada por aquele que teme mais a Deus do que o ama e n´Ele confia, e porque lhe dizem que tem de fazer mil e uma coisas para agradar a Deus acha-se sempre devedor e insuficiente.

A presunção é causada por aquele que "pensa" que cumpre toda a sorte de leis que lhe apresentam, e julga que com isso consegue ganhar o favor de Deus no que diz respeito à sua salvação. Os presunçosos são os piores, porque vivem uma vida de ilusão. Por eles, Cristo nem precisaria de descer à Terra, porque ELES são o exemplo do cumprimento da Lei e dos Profetas.

Há um ditado antigo aqui em Portugal que diz o seguinte: O hábito não faz o Monge! Da mesma forma, a membrasia numa Igreja dita evangélica não faz o crente, por isso é tão conveniente ao Cristão analisar de uma forma bem profunda as razões da sua fé, e se a Igreja onde este congrega é de facto, ou não, fiel à Palavra de Deus.
Infelizmente, e sou-lhe o mais sincero possível, eu choro mais aos pés de Deus pelos desvios da Congregação Cristã em Portugal (única realidade que conheço pessoalmente, apesar do que leio aqui e ali sobre a CC no Brasil me indicar que tudo é bastante semelhante) do que me alegro pelas coisas que "fazemos bem", fiéis à Bíblia, nossa única guia de fé e conduta.

Ore a Deus pela Igreja em Portugal, e se puder, não se esqueça de mim, que sou também carente da sua oração.

Deus o abençoe caro irmão,
Vitor, CC em Portugal.


Última edição por BadMix em Seg Maio 13, 2013 10:17 am, editado 1 vez(es)

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Confissão e desligamento

Mensagem  marcio ferreira em Sab Maio 11, 2013 10:52 am


Irmão Allfut Brasil escreveu.

Assim; Caro, sugiro analisar minha resposta a outro internauta pertencente a uma denominação que se crê no estudo sistêmico das escrituras:


[/quote]= Marcio ferreira]=Irmão Alluft Brasil:A paz de Deus quando o irmão menciona que


Assim; Caro, sugiro analisar minha resposta a outro internauta pertencente a uma denominação que se crê no estudo sistêmico das escrituras:[/strike]

Deu- me a entender que o irmão se referia a mim que postei a carta de desligamento,portanto esclareço ao irmão que não pertenço/ ou sou membro dessa denominação a qual o irmão sugeri. Alias eu não pertenço a denominação alguma,pois melhor é pertencer a CRISTO,porém frequento a congregação cristã no brasil.
E acredito que o irmão saiba que grande parte da membresia da ccb não tem habito de examinar as escrituras,por isso que quando temos um ou outro irmão que tem este hábito passa a questionar alguns dos ensinamento que são lidos no púlpito porque será?

Irmão fatos que posso descrever para o irmão é que tempos atrás era dito que somente 144,000 mil almas seriam salvas ,e não foi só ma vez que ouvir, depois de um tempo os irmãos da administração do brás enviaram carta para ser lido no púlpito corrigindo que não estava correto fazer tão afirmação/ outra coisa que ouvir era que o único ministério que haveria no céu seria de músico isto quando estudava música nas escolinhas da ccb agora não sei se ainda dizem.
Por certo o entendimento do irmão é maior que o meu,porém peço que o irmão seja sábio para saber analisar os fatos.Pois como está na carta de desligamento com base bíblicas ,será que a ccb está totalmente correta em seus ensinamentos.

Ah!! de antemão aviso que sempre que eu encontrar algo que venha a questionar os ensinamentos colocarei no site,a não ser que o administrador me censura.

marcio ferreira

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Re: Confissão de Desligamento

Mensagem  Mourão em Qua Jun 12, 2013 10:30 am

É uma lástima que pessoas - em que quantidade forem - resolvam combater as doutrinas de sua igreja - seja ela qual for.
Infelizmente a quantidade de pessoas que apenas contesta as doutrinas sem procurar colocar-se a si mesmas debaixo dos ensinamentos do Mestre, vem aumentando consideravelmente.
A grande indagação é: Uma vez fora da igreja que a seu ver está "errada", qual seria então, entre todas as outras, a "igreja certa"?
Ora, doutrinas são sempre contaminadas de alguma forma pela mão do homem, e portanto sujeitas a falhas eventuais. Porventura não aconteceu isso com a própria lei mosaica?
Essa contaminação porém não invalida jamais o Amor de Deus por nós, a Sua misericórdia e o Seu poder.
Portanto a nossa crença em Deus não deve jamais esmorecer sob a desculpa de que "a religião é falha".
O Senhor Jesus já nos advertia para o fato de que, se quisermos ajudar a tirar o cisco que caiu no olho de nosso irmão, que primeiro tiremos a trave que se instalou no nosso próprio olho. 
Assim enxergaremos melhor, e somente então, enxergando bem, poderemos efetivamente ajudar a alguém.
Se temos de criticar, critiquemo-nos a nós mesmos. Encontraremos a verdade e então, debaixo da guia do Santo Espírito, poderemos realmente ajudar a alguém.
Contendas não ajudam em nada.
Pelo contrário, tendem a nos afastar dos ensinamentos do Senhor Jesus e consequentemente da presença do Deus-Pai.
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Re: Confissão de Desligamento

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