Separação só em caso de adultério

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Ter Mar 27, 2012 4:08 pm

A Paz de DEUS esteja em nossos corações.

O que A, B ou C diz não é a nossa guia de fé e doutrina.
Todos sabemos que essa Guia para nós é o que está escrito na Bíblia, como a Palavra de DEUS.

Para um Servo de DEUS, para um crente em nosso SENHOR JESUS CRISTO, a única razão plausível e justa para alguém bater em outra pessoa é a defesa da própria vida, ou da vida de outrem (e mesmo assim na base do "talvez").

O que bate é um covarde, principalmente se bater em pessoa mais fraca.
A provocação não é explicação nem justificativa para a agressão.
O que bate é covarde.
E está cometendo um pecado ao bater em alguém.
Bater no cônjuge é uma covardia sem fim, e um pecado enorme.

A traição, o adultério não é explicação nem justificativa.
O que bate é covarde.
E está cometendo um pecado ao bater no cônjuge adúltero.
Bater no cônjuge é uma covardia sem fim, e um pecado enorme.

DEUS nos abençoe.
Luiz Flavio.

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  Sergio Teixeira em Qua Mar 28, 2012 10:36 am

A provocação é também um tipo de agressão.
Mas consideremos que as provocações são igualmente provocadas.
Um abismo conduz sempre a outro abismo.
Então a questão é mais profunda. Tem-se de descobrir o momento em que o inimigo quer se aproveitar de alguma brecha, por menor que seja, no relacionamento do casal.
E fora da comunhão com o Espírito, é impossível fazê-lo.
As brechas existem, e devem ser preenchidas com Amor, com diálogo, com compreensão, com a Caridade perfeita, enfim, com os valores que aprendemos do Mestre.
Se as preenchermos porém com as nossas vaidades, estaremos fadados ao fracasso tanto como casais quanto como servos de Deus.

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SEPARAÇAO SO EM CASO DE ADULTERIO ...

Mensagem  carlos alexandre em Qui Abr 26, 2012 10:38 pm

AQUI NA MINHA CIDADE HOUVE O CASO DO IRMAO CLEISSON. HOMEM SEM CONHECER MULHER ATE DEPOIS DO 30 ANOS, CHAMDAO NA GRAÇA A MAIS DE 15 ANOS, COM QUEM CONVIVI NO TRABALHO POR ALGUNS ANOS. SEMPRE BUSCANDO A CONFIRMAÇAO DA PALVRA QUANTO AO SEU CASAMENTO, E A 1 ANO E MEIO ATRAS ELE E SUA NOVA NAMORADA FORAM NA CIDADE DE ORLANDIA BUSCAR A PALAVRA E RECEBERAM LA A CONFIRMAÇAO DO CASAMENTO....DEPOIS DE ALGUNS DIAS CASARAM E APOS ALGUNS MESES ELE SE SEPAROU DELA... NAO VOU ENTRAR NOS DETALHES DO MOTIVO DE TAL SEPARAÇAO....MAS PARCE QUE ALGUEM FALHOU NESSA FELIZ CONFIRMAÇAO....OU UNIAO???????????????????????????????????????????????

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Sab Jul 14, 2012 9:08 am

A Paz de DEUS seja sempre em nossos corações.

A Palavra de DEUS não falha nunca.

O que acontece é que muitas vezes o ESPÍRITO SANTO diz alguma coisa e nós ouvimos outra, de acordo com a nossa vontade, o nosso interesse.

Outras vezes, o ESPÍRITO SANTO fala com um Irmão, e outro Irmão entende que foi com ele próprio.

Na confirmação pela Palavra, é necessário uma certeza absolutíssima de que estamos ouvindo o que DEUS está reaalmente dizendo, e a certeza absoluta de que o que estamos ouvindo foi dirigido a nós.
Essa certeza só é tida por um seguro sentimento dado por DEUS ou então por outras confirmações em outros cultos (pedindo perdão a DEUS por nossa falta de fé).

E há outra coisa a ser considerada:

Não posso me referir ao Irmão Cleisson citado, pois nem o conheço. Mas, falando em termos gerais, qualquer Irmão que ouve a Palavra de DEUS na Igreja, confirmando seu casamento, já teria de ter ouvido a Palavra de DEUS em todo lugar, dizendo que só pode haver separação em caso de adultério.

Se DEUS diz como confirmação que pesquemos um peixe para que tenhamos uma boa alimentação, eu tenho de saber que na hora de me alimentar tenho de separar os espinhos.
Se eu não separar os espinhos, com certeza me engasgarei.
Quem falhou?

DEUS nos abençoe.
Luiz Flavio.

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  MEIRA COURI em Seg Jul 16, 2012 8:04 am

A PAZ...

Amados sabemos que cada pecado tem um nome e uma consequencia...

Qual seria o nome do pecado(se é que os irmãos acredite que é pecado) e a consequencia da separação por incopatibilidade de genio????

Deus abençõe.


Última edição por MEIRA COURI em Seg Jul 16, 2012 8:05 am, editado 1 vez(es) (Razão : erro de digitação)

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  Sergio Teixeira em Seg Jul 16, 2012 9:04 am

Os irmãos perdoem a brincadeira, mas "incompatibilidade de gênios" é quando o gênio da lâmpada não se dá bem com o gênio da garrafa... rsrs

Falando sério, isso de "incompatibilidade de gênios" pode ser traduzido com uma "tentativa malsucedida de imposição da própria personalidade sobre outrem".
Isso evidentemente não vem de Deus.

Há alguns anos atrás ouvimos por aqui um testemunho onde supostamente Deus teria providenciado um certo noivado, o qual entretanto "não deu certo".
Mas como assim "não deu certo"?
Se foi realmente Deus que preparou, teria que dar certíssimo.

Deus não faz nada imperfeito nem pelas metades, e Sua obra é sempre completa e irrepreensível.
Deus ao preparar os matrimônios prepara também o campo para as batalhas.
Acontece que a partir daí, teremos de enfrentar nossas lutas e provas em um trabalho cooperativo, conjunto, um municiando o outro com a fé, a perseverança, a santidade, para que nada disso venha a faltar no momento oportuno.
No momento em que trocamos esse municiamento por meras cobranças, é sinal de que permitimos que o inimigo se infiltrasse grandemente em nossas fileiras, e que nossas vaidades têm-se sobressaído ao aprendizado cristão.
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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  MEIRA COURI em Seg Jul 16, 2012 12:28 pm

Ir Sergio e demais

A Paz...

Um exemplo...

Um certo servo de Deus, casou-se sem a guia de Deus, com uma moça recem batizada, o namoro foi curto (1 ano), e depois de 6 meses de casados, a ex-moça, parou no graça, e caiu no mundo( bebedeira, cinema com amigos, noitada), o caro servo de Deus, ficou firme na graça de Deus, pedindo perdão por não ter esperado Deus preparar sua esposa.....

Quanto tempo os irmãos acham que o Servo de Deus vai aguentar essa provação?
O servo de Deus pretende pedir o divorcio, e viver o resto da vida solteiro...
Que tipo de pecado sera esse??



obs: não ouve traição de anbos os lados...

DEUS ABENÇÕE...

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  BadMix em Seg Jul 16, 2012 12:32 pm

Uma vez ouvi um certo Ministro de outra Igreja dizer o seguinte, que nunca mais vou esquecer:

"O(a) nosso(a) esposo(a) não nos tranforma, revela-nos!"
Colocar 2 pecadores debaixo do mesmo telhado e esperar que as coisas não azedem de vez em quando é ingenuidade. Claro que a resposta às nossas próprias fraquezas determinará o sucesso da relação, por isso eu sempre digo a quem pergunta: Uma separação num casal é 99% das vezes culpa de ambos.

Perseveremos pois na leitura, estudo, interpretação, auto-exortação da Palavra, pois por ela, e por acção do Espirito Santo que a inspirou, nossos corações serão regenerados para acomodar todas as imperfeições dos que nos rodeiam.

Deus nos abençoe!
Vitor

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Seg Jul 16, 2012 3:16 pm

MEIRA COURI escreveu:A PAZ... Amados sabemos que cada pecado tem um nome e uma consequencia...
Qual seria o nome do pecado(se é que os irmãos acredite que é pecado) e a consequencia da separação por incopatibilidade de genio???? Deus abençõe.
Amém.
A Paz de DEUS seja sempre em nossos corações.

Não sei se cada pecado tem um nome. Pode ser.
Não sei o nome desse pecado, mas que é pecado, é.
"O que DEUS uniu, não separe o homem" é um mandamento, e a transgressão a um mandamento é pecado.
Fora outras muitas coisas que não serão ditas aqui para não haver alongamento do post.

Portanto, o casal que está a fim de se separar, desista enquanto é tempo.
Se já se separou e ainda há tempo, reconciliem-se urgente.
Se já se separou e não há mais jeito, como por exemplo, se um deles se "casou" (=adulterou), aí não sei o que falar, a não ser que nunca abandonem a nosso DEUS, nunca abandonem a Nosso SENHOR JESUS CRISTO, nunca abandonem a nossa Igreja.

DEUS nos abençoe.
Luiz Flavio.

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  MEIRA COURI em Ter Jul 17, 2012 7:35 am

Irmão Flavio,

Quem garante que foi Deus que uniu?
Deus abençõe.

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Ter Jul 17, 2012 7:43 am

A Paz de DEUS.
Preciso sair.
Quando voltar, bateremos um papo amigável.
DEUS nos abençoe.
Luiz Flavio.

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  BELLO em Ter Jul 17, 2012 8:52 am

É necessário bom senso ao se tratar dessas questões, contudo, não se deve se ater apenas aos conceitos constextuais da época de Cristo.


Última edição por BELLO em Ter Jul 17, 2012 9:01 am, editado 2 vez(es)

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  BELLO em Ter Jul 17, 2012 8:57 am

Colopes escreveu:Irmão Luiz Flávio
Acho que o irmão não tem muitos anos de CCB, ou a sua região não é ligada ao Brás igual a minha, pois estamos falando da CCB porém com dizeres diferentes.
Infelizmente na minha região é assim, encarregado de orquestra namora organista, ambos são casados, o ministério não pode tomar medidas por que não tem comprovação do ato (penetração), mas todos sabem que eles namoram e aí.
Sobre relacionamento virtual: irmão vamos ser realista na época de Cristo não tinha celulares e nem computadores, você acha que naquela época se tivessem tudo isso, estava escrito também.
Não quero ser egoísta, mas nos meus 30 anos de CCB já vi de tudo, vamos comparar os tópicos de ensinamentosdos dos anos 60 aos de hoje, é uma vergonha, eu não congrego na igreja onde vai ser lida ensinamento, vou para outra, ensinamento na igreja é só para irmandade e hoje os problemas não são irmandade.
O que a CCB tem feito de defesa para o povo lutar contra as armas modernas que o diabo sujo tem lutado?
Para os casais?
Para a orquestra?
Para a mocidade?

ApdD
Deus que vos abeçoa!!!!!!!!!!!!!!

Irmão,

Esses que estão agindo assim estão enganando a si mesmo, o que uns canalhas desses fazem na igreja? Pior são os que são coniventes com essa semvergonhice. É o que eu penso! Agora, tem que ver se é verdade mesmo, né?
Eu acho também que ninguém é capacho de ninguém, esses irmãos que gostam de "educar" as irmãs na base da pancada, para mim também não estão com nada e não as merece e deveriam ficar sozinhos. É o que eu penso!!

BELLO

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Re: Separação só em caso de adultério

Mensagem  Luiz Flavio N. Facci em Ter Jul 17, 2012 11:30 am

MEIRA COURI escreveu:Irmão Flavio, Quem garante que foi Deus que uniu?
Deus abençõe.
A Paz de DEUS seja sempre conosco e com nossas esposas e com nossos filhos.

Bem, Irmão Meira Couri, eu tenho um modo de pensar que não posso passar certeza pra ninguém de que estou certo.
Para mim mesmo, acho que estou. Lá vai:

Quando um casal de Irmãos se casa, e deita, estão a partir daí casados perante DEUS.
Nada no mundo, a não ser as exceções bíblicas neotestamentárias, poderá ser razão para que venham a se separar. Os dois passaram a ser uma só carne.
DEUS disse isso, o que foi plenamente confirmado por Nosso SENHOR JESUS CRISTO.
Isso está garantido na Palavra de DEUS e pela Palavra de DEUS.

Pode ser que muitos Irmãos pensem que o casamento de DEUS é o casamento no civil.
E aí fica muito fácil a separação, o repúdio, o divórcio, porque passa a haver o seguinte pensamento: "Posso me separar, desde que fique casto até me casar de novo (no civil)."
Aí ele se mantém casto, casa de novo no civil e acha que tudo está correto.
Não está!
"Não separe o homem (leis que permitem separação, repúdio e divórcio) o que DEUS uniu (pela união íntima do casal).
A lei humana pode autorizar a criação e anulamento de papéis (= certificados de casamento), mas não pode jamais anular o casamento diante de DEUS (= relação íntima efetivada pelo casal).
O anulamento do casamento de DEUS só o próprio DEUS pode autorizar, e isso está escrito no Novo Testamento, que é a nossa guia de fé e de doutrina.
Por isso os Irmãos jovens são bem alertados nas Reuniões da Mocidade e nos cultos normais: o casamento é para resto de suas vidas. Vivam na perfeita paz e serão felizes servindo a DEUS.
Se houve separação, mesmo com consentimento mútuo, o conselho é: perdoem-se e se reconciliem..

...................................................................................................................................
Olhando sob o ponto de vista material: se alguém (qualquer pessoa no mundo) se separa de seu cônjuge por incompatibilidade de gênios, mais dia menos dia se "casará" de novo (ou se "ajuntará").
Novamente acontecerão tribulações por incompatibilidade de gênios. E aí vai fazer o quê? Separa-se de novo, casa-se de novo, separa-se de novo, casa-se de novo. Que vida infeliz, heim?
Muito melhor os cônjuges se respeitarem (em primeiro lugar, antes mesmo do amor), se perdoarem, sabendo-se que nós próprios e nossos cônjuges somos sujeitos a erros e incompatibilidades.

DEUS nos abençoe.
Luiz Flavio.

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Separação só em caso de adultério

Mensagem  jaimesilva em Qua Jul 18, 2012 2:46 pm

A Visão de Deus Diante do Casamento
O número de casamentos infelizes está crescendo. O número de divórcios reflete isso. Não afirmo categoricamente que Deus não ame os divorciados, mas que a igreja deve ser um lugar seguro para os casados, ofereça ensinamentos de estruturação familiar dando esperança e um contexto apropriado para restaurar as vidas à aqueles que desventuradamente pretendem separar-se. Ao mesmo tempo, se a igreja reflete a sociedade de forma geral quanto ao número de seus membros que procuram o divórcio, temos que admitir que o evangelho perdeu seu poder. A igreja precisa ser um lugar seguro não apenas para os solteiros, mas também para os que acreditam no casamento e estão dispostos a lutar por um casamento saudável.
Por que o casamento é tão importante para Deus?
Por que Ele insiste “que o que Deus uniu, ninguém separe” .Os propósitos de Deus para o casamento incluem:
• Revelar a imagem e semelhança de Deus e os Seus propósitos em nos criar, abrindo um espaço para experimentarmos a comunhão que Ele tem com o corpo da igreja.
• Resolver a solidão que aflige o homem desde antes da queda da humanidade quando do pecado de Adão e Eva.
• Dar a cada um de nós a oportunidade de formarmos uma nova família, dando ênfase à vida e vida cristã.
• Celebrar, no ato sexual, uma intimidade não apenas física, mas emocional que expresse verdadeiro amor, pureza e aliança, por essa razão, este momento deve ser preservado para o casamento.
• Dar-nos alguém com quem podemos ser transparentes, autênticos, sem experimentar vergonha, amarmos e sermos amados sem medo, porque o verdadeiro amor expulsa o medo.
• Revelar a grandeza do amor de Cristo por nós como sua Noiva. A bíblia escrita, de Gênesis a Apocalipse, enfatiza o amor de Deus pelo seu povo e de Jesus Cristo por sua Noiva (a igreja) e nós recebemos o privilégio de ser um espelho desse amor. Sua aliança, Sua fidelidade e Seus propósitos eternos revelam-se no casamento.
Dessa forma, não devemos ficar surpresos ao saber que Satanás empenha todos os seus esforços para acabar com casamentos saudáveis, prejudicando a muitos, tornando essa união numa relação intensamente infeliz para muitas pessoas. Se Deus, por Sua vez, não fizesse um compromisso de aliança conosco no casamento, não teríamos chances de nos aproximar dos Seus propósitos eternos. Um casamento saudável é realmente glorioso! E um infeliz, pode tornar-se num inferno, destruindo não apenas o casal, mas a família, e espalhando essa herança negativa às gerações seguintes.
Tenho conversado com muitas pessoas crentes que experimentam diversos graus de abuso emocional em seus casamentos. Dizem não agüentar mais. Querem, de qualquer forma, algum escape, alguma saída. Isso é preocupante, pois cada um que se divorcia acaba influenciando outros e, se continuar assim, haverá uma epidemia de divórcio na igreja. Mas algo é ainda mais inquietante: perdermos a visão de Deus para o casamento e não acreditarmos mais em casamentos felizes. Mas a bíblia nos ensina a sermos prudentes
• A palavra de Deus condena qualquer ato de violência
• A palavra de Deus ensina que não devemos nos divorciar a não ser no caso de adultério.
Quando peço que pessoas infelizes leiam a bíblia para ouvir de Deus sobre sua situação, muitas simplesmente desprezam a respectiva bíblia e continuam focalizando em sua dor, seu sofrimento, sua infelicidade.
O mundo, a carne e o diabo juntam-se para nos convencer de que nossa felicidade é o que deve nortear nossas vidas. Esta crença, e os espíritos atrás dela, enganam o mundo e querem enganar os santos. A teoria do humanismo exalta o ser humano como um deus, ele é o mais importante. O espírito do individualismo exalta o indivíduo e sua realização pessoal. O hedonismo exalta o prazer e o “direito” de orientar a vida pela busca a qualquer preço da felicidade.
Muitas pessoas que sofrem em seus casamentos estão desnorteadas; focalizam mais sua dor que o próprio amor em Cristo; preocupam-se mais com seu sofrimento do que em serem fiéis a Ele. Em parte é compreensível, porque quem sofre muito tende a perder a perspectiva sã e equilibrada. O problema aprofunda-se quando essas pessoas tendem a procurar sua felicidade através do divórcio. Essa procura da felicidade perde totalmente de vista as palavras de Jesus, quando disse: “Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Quem acha a sua vida a perderá, e quem perde a sua vida por minha causa a encontrará” .


Precisamos lembrar que o sofrimento é parte natural do chamado cristão. Somos bem-aventurados quando insultados, perseguidos e caluniados por causa de Jesus Cristo. Paulo considerou tudo como lixo, como perda, como esterco para poder realmente conhecer a Cristo. Ele resume sua visão, dizendo: “Quero conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação em seus sofrimentos, tornando-me como ele em sua morte”. Deus e a Bíblia lidam seriamente com o assunto do sofrimento. Um livro inteiro da Bíblia é dedicado ao sofrimento injusto (Jó), os Salmos expressam com muita honestidade a dor e sofrimento do salmista Davi; 1 Pedro foi escrito especificamente para crentes que sofrem nas mais diversas situações (na sociedade, no emprego e no casamento). Pedro ressalta que Jesus é nosso exemplo de como enfrentar o sofrimento e que devemos andar em Seus passos.
Todos sofremos, crentes e não-crentes, doenças, problemas financeiros, morte de alguém querido, assalto, casamento difícil... Como o cristão responde a esse sofrimento pode ou não refletir a glória de Deus e o exemplo de nosso Senhor e Salvador. Paulo considera que “os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada”. Quem sofre no casamento mas vence firme até o final de sua vida tem um convite para esse caminho de glória. Há também a opção de fugir desse caminho estreito, trocando a glória de Deus por sua própria felicidade mas tende ao final de tudo à reprovação e condenação eterna.
Lembremos: felicidade e alegria não são sinônimos. Felicidade é circunstancial, afetada por muitas coisas, como desemprego, dor, conflitos e adversidade. Alegria é um fruto contínuo do Espírito e uma expressão fundamental do reino de Deus. Saber a diferença e viver nessa alegria não é algo automático; é um aprendizado. Paulo aprendeu a adaptar-se e contentar-se em “toda e qualquer circunstância” através da graça de Deus que o fortalecia. Deus quer que tenhamos uma alegria que não dependa do nosso cônjuge. Este não tem o poder de dominar nossos sentimentos. Nós mesmos é que escolhemos e somos responsáveis por nossas escolhas. Quando deixamos o nosso cônjuge ter um poder indevido sobre nós, permitimos um tipo de idolatria em nossas vidas que gera uma série de seqüelas, não só para nós, mas também para nossos filhos.
Isso significa que Deus não se importa com nosso sofrimento, que Ele não dá ouvidos ao nosso clamor? De maneira alguma! As Escrituras nos falam constantemente do amor, da misericórdia e da compaixão de Deus. É exatamente por causa do Seu imenso amor que Ele não permite que adotemos práticas que irão nos prejudicar ainda mais.

Ha pessoas crentes casadas com descrentes e acham que deve separar apenas porque o cônjuge não se converteu. Aqui, Deus chama o cônjuge cristão a olhar para o casamento à luz da eternidade. O alvo não é ser realizado, com o batismo do cônjuge para congregarem juntos e sentir-se bem. O alvo é a salvação do casamento e a santificação dos filhos. Se o cristão procura o divórcio quando o cônjuge não-crente não quer que isso aconteça, o não-crente terá bastante razão para sentir-se ferido, magoado e amargurado não apenas com o cônjuge cristão, mas também com o Deus dele e até mesmo com a igreja na qual o cristão foi batizado.
Quanto aos filhos, alguém pode até achar que eles viverão muito melhor longe do cônjuge não-crente. Mas os efeitos negativos do divórcio nos filhos são bem documentados. Também existe um impacto sério no mundo espiritual. Quando Paulo fala que o cristão deve ficar casado para que os filhos sejam santificados, eu entendo que quando um cristão honra a aliança de casamento, obedece a Deus e se comporta com fidelidade e amor num contexto difícil, os filhos ganham uma herança espiritual abençoada que de outra forma não poderiam adquirir. Se houver a quebra da aliança, o afastamento dos planos de Deus, a procura de sua própria felicidade acima de qualquer coisa, também será transmitida uma herança no mundo espiritual para as crianças, porém, amaldiçoada, mas uma herança abençoada que poderemos deixar para nossos filhos quanto a visão do casamento, de que ele permanece “até que a morte os separe”, fortalece tremendamente nos momentos de suas dificuldades adversas. Passar esse legado para nossos filhos é muito maior do que qualquer dinheiro ou posses que poderíamos deixar. Não apenas nossos filhos, mas a igreja inteira e o mundo, com todo seu desespero, passam a ganhar confiança e esperança de que um casamento saudável é possível. Essa herança alcançará pessoas e gerações muito além de nossas famílias.
A bíblia mostra-nos que existe um padrão de comportamento mais elevado para o crente do que para o não-crente. O não-crente não conhece Jesus, não tem o poder do Espírito Santo, não sente obrigação alguma de evitar o que Deus não permite e não sente nenhuma necessidade de obedecer à Palavra de Deus. Ele pode divorciar-se. Paulo diz, porém, que o crente não pode (falaremos de uma exceção que vejo quanto a isso). O crente não pensa primeiro em si mesmo. O propósito de Deus ao criar o homem não é a sua auto-realização e sim que ele O glorifique e desfrute do Pai pela eternidade. O cristão pensa primeiro na glória de Deus e, em segundo lugar, conforme esta passagem, nas conseqüências eternas para seu cônjuge e filhos.
Quando um casamento é tão penoso a ponto de um cônjuge agir como se fosse inimigo (sendo ele crente ou não), precisamos voltar às palavras de Jesus sobre como tratar nossos inimigos. Ele nos ensina pelo menos quatro atitudes em relação a esse cônjuge “inimigo”:
1. Amá-lo. Este amor não é um sentimento romântico, mas uma atitude de desejar o melhor para o outro, agindo segundo esse desejo. Muitas pessoas em casamentos delicados que queixam-se de que perderam seu amor pelo cônjuge quando atentam para o amor de Deus tende a mudar seus pensamentos; O amor indicado aqui que vem de Deus; não é natural a nós. Esse amor se perde apenas se perdermos o vínculo com Deus. Se perdermos esse amor, perderemos então nossa maior glória, a vida com Deus.
2. Orar pela pessoa que nos maltrata, intercedendo por seu arrependimento, para que ela caia em si, encontre a Jesus e O veja em nós.
3. Fazer o bem para quem nos odeia. Uma expressão desse “bem” pode ser insistir para que o cônjuge procure aconselhamento ou passe por algum tratamento de restauração como uma condição de continuarem juntos.
4. Abençoar quem nos amaldiçoa. Precisamos lembrar que pessoas abusadas naturalmente abusam também. Pessoas feridas naturalmente machucam outras. José do Egito, abusado por seus irmãos, em sua dor, não percebeu que ele também os machucou profundamente. Precisamos abençoar nosso cônjuge, pois, do contrário, faremos mal para ele ou ela.
Eu não tenho dúvida de que essas atitudes são impossíveis para qualquer ser humano que dependa apenas de si mesmo. Precisamos rogar que o Espírito Santo nos encha para amar como apenas Ele pode. Ora, se até as dicas que Paulo dá para casamentos bons e saudáveis, são baseadas na condição de sermos cheios do Espírito quanto mais num casamento disfuncional ou abusador!
Paulo fala de submissão da esposa ao marido. Não é uma submissão cega. Existem dois níveis de autoridade acima da autoridade humana em nossas vidas: as Sagradas Escrituras e a nossa consciência. Se, por exemplo, o marido quer forçar sua mulher a fazer algo que ela entende ser contrário ao ensino bíblico ou contra sua consciência, ela deve desobedecê-lo, ao mesmo tempo que demonstra respeito e até aceita possíveis punições. Ser maltratado não é algo que necessariamente vai contra nossa consciência. Pedro dá instruções claras e profundas a escravos cristãos para se submeterem não apenas aos bons e amáveis chefes, mas também aos maus. Ele elogia o suportar aflições injustas por causa do nome de Cristo ou por fazer o bem. Chama-os a andar nos passos de Jesus que “quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças” . Após descrever todo o contexto do escravo e de como Jesus agüentou ser maltratado, Pedro inicia tanto as instruções para a esposa, como para o marido no capítulo seguinte, com as palavras “Do mesmo modo”. Ele orienta como agir quando somos maltratados pelo governo ou no trabalho; essas orientações se aplicam aos maus-tratos ou abuso no casamento. Retomando o ensino bíblico para casamentos em crise, Jesus enfatiza que o que Deus uniu, ninguém deve separar. A aliança do casamento se dá entre três pessoas: Deus, um homem e uma mulher. Em primeiro lugar, divórcio vai contra a natureza de Deus, contra o caráter divino, contra demonstrar que somos parte de um povo fiel que cumpre Sua palavra e mantém Sua aliança. Não deve nos surpreender que Deus despreze o divorcio.
Se obedecermos a Palavra, e escolher fazer a vontade de Deus, provavelmente estaremos trazendo nosso cônjuge ainda mais para a presença do Deus Eterno. Paulo ensina que, sendo paciente e perseverando no casamento, poderemos ver uma de duas coisas: o cônjuge arrepender-se ou arrebentar-se. No primeiro caso, salvamos nosso cônjuge e o casamento e resgatamos algo imensuravelmente precioso para nossos filhos. No segundo caso, se o não-crente optar por sair do casamento ou adulterar, ele nos libera dessa aliança, dando-nos até a opção de casar novamente.
O que fazer se o cônjuge não-crente ou abusador nunca se arrepende e muda, mas permanece dentro do casamento? Isso talvez seja o maior medo dos cristãos que sofrem em casamentos infelizes. Eles devem continuar com as atitudes indicadas sobre nossos “inimigos”. Alguém que está num estado prolongado de casamento mal sucedido pode perguntar “nunca poderei me separar, casar de novo e ser feliz?” Eu entendo que Jesus menciona esse assunto de forma indireta, em seu ensino em Mateus. Quando os discípulos acham que a visão de Jesus para o casamento é pura utopia, ele responde: “Nem todos têm condições de aceitar esta palavra; somente aqueles a quem isso é dado. Alguns são eunucos porque nasceram assim; outros foram feitos assim pelos homens; outros ainda se fizeram eunucos por causa do Reino dos céus. Quem puder aceitar isso, aceite.” .
Resumindo, Deus tem uma visão gloriosa da aliança do casamento que demonstra Seu caráter e propósitos divinos. O cristão casado com uma pessoa difícil ou abusadora precisa manter essa visão. Seu alvo deve ser glorificar a Deus e amar seu cônjuge com a esperança de ver a sua salvação e a salvação de seus filhos. Devemos amar nosso cônjuge, orar por ele, fazer o bem a ele e abençoá-lo. Nosso supremo alvo não é a nossa realização ou felicidade, mas glorificar a Deus e desfrutar o amor de Deus para sempre.
Para Refletir:
• A vida de filhos, que tem sido ligada à convivência harmoniza, casamentos mais duradouros e melhor qualidade de vida de família, tende a cair depois do divórcio dos pais.
• Estas famílias que antes do divórcio não eram consideradas pobres vêem sua renda cair até 50%. Quase 50% passam para a pobreza após o divórcio.
• Crianças de famílias divorciadas têm mais dificuldade em ler, escrever, soletrar e aprender matemática. Também têm maior probabilidade de repetir o ano, de não completar o colégio e de não completar a faculdade.
• Uma crescente freqüência de abusos de todos os tipos. Filhos de pais divorciados demonstram mais problemas emocionais, de saúde e de comportamento; envolvem-se mais em crimes e drogas, e têm níveis maiores de suicídio.
A cada ano, milhões e milhões de crianças no mundo sofrem o divórcio de seus pais; além disso, metade das crianças que nascerão este ano de pais que estão casados, irão vê-los divorciando-se antes de completarem 18 anos. A evidência crescente nos jornais de ciências sociais demonstra que os efeitos devastadores físicos, emocionais e financeiros que o divórcio gera nas vidas destas crianças continuarão na idade adulta e afetarão as gerações futuras. Isso é fato.


Última edição por jaimesilva em Qui Jul 19, 2012 9:49 am, editado 3 vez(es) (Razão : Erro de grafia)

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